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Inflação de serviços acelera em outubro, aponta IBGE

Gabriel Vasconcelos

Comportamento pode estar relacionado com leve aumento da demanda, segundo instituto A inflação de serviços ficou em 0,19% em outubro, acelerando com relação ao 0,04% registrado em setembro. O setor acumula alta de 3,61% nos últimos 12 meses. As principais influências para o encarecimento dos serviços, de acordo com o pesquisador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pedro Kislanov, foram alimentação fora do domicílio, cujo preço avançou 0,19%, passagens aéreas (1,93%) e aluguel de veículo, que teve alta expressiva, de 5,91% em outubro. Tomaz Silva/Agência Brasil Já as quedas de preços mais relevantes em serviços em outubro foram das excursões (-1,06%) e mudança (-1,15%). “Serviços refletem bem a demanda. Por isso, pode ser que haja um efeito de demanda, sim, embora os números ainda reflitam uma recuperação lenta e tímida dessa demanda”, disse o gerente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE, Pedro Kislanov. O IBGE mostrou nesta quinta-feira que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,10% em outubro, o menor resultado para o mês desde 1998. Em setembro, no entanto, o indicador tinha caído 0,04%. Preços administrados Os chamados preços administrados, que incluem produtos e serviços monitorados pelos governos, recuaram 0,11% em outubro, após alta de 0,12% um mês antes. O resultado refletiu, principalmente, a queda de 3,22% nos preços das tarifas de energia elétrica, que tinha permanecido estável em setembro. No campo negativo também ficaram ônibus interestadual (-0,75%), pedágio (-0,77%) e produtos farmacêuticos (-0,01%). Outra variação de preço destacada foi a da gasolina, de 1,28% de aumento no mês, após recuo de 0,04% em setembro, e a do óleo diesel, que avançou 1,82%. Em setembro, no entanto, o diesel tinha subido 2,56%. Também teve alta a taxa de água e esgoto (0,52%), o gás de botijão (0,74%) e o gás veicular (0,44%), além dos planos de saúde (0,59%). A inflação dos preços administrados passou a acumular alta de 2,21% em 12 meses, abaixo dos 2,87% medidos no mês anterior.