Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.910,10
    -701,55 (-0,62%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.661,86
    +195,84 (+0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,29
    +0,68 (+0,79%)
     
  • OURO

    1.792,30
    -2,70 (-0,15%)
     
  • BTC-USD

    37.717,51
    +643,96 (+1,74%)
     
  • CMC Crypto 200

    863,83
    +21,37 (+2,54%)
     
  • S&P500

    4.431,85
    +105,34 (+2,43%)
     
  • DOW JONES

    34.725,47
    +564,69 (+1,65%)
     
  • FTSE

    7.466,07
    -88,24 (-1,17%)
     
  • HANG SENG

    23.550,08
    -256,92 (-1,08%)
     
  • NIKKEI

    26.717,34
    +547,04 (+2,09%)
     
  • NASDAQ

    14.430,25
    +443,50 (+3,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9813
    -0,0427 (-0,71%)
     

Inflação nos EUA deve cair no segundo trimestre, diz Georgieva, do FMI

·1 min de leitura
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, fala durante coletiva de imprensa conjunta no final da Cúpula sobre o Financiamento das Economias Africanas em Paris, França, 18 de maio de 2021. Ludovic Marin/Pool via REUTERS

WASHINGTON (Reuters) - A inflação nos Estados Unidos deve cair no segundo trimestre deste ano, disse nesta quarta-feira a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva.

"Isso está sujeito a restrições na cadeia de suprimentos, e o que estamos vendo são alguns sinais promissores de que algum progresso está sendo feito nesse sentido", afirmou Georgieva em entrevista à CNBC.

O Índice de Preços ao Consumidor dos EUA subiu 7,0% no acumulado de 12 meses até dezembro de 2021, maior aumento anual desde junho de 1982, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quarta-feira.

Sobre a China, Georgieva disse que as políticas de apoio à economia foram retiradas "talvez um pouco prematuramente".

Ela considerou que o consumo na China não aumentou como deveria para compensar as interrupções na economia devido à Covid-19.

Do lado positivo, disse Georgieva, a China tem "espaço fiscal" para impulsionar sua economia a um crescimento de 5%.

"O Banco do Povo da China realmente deu alguns passos nessa direção, e eu esperaria que, com o quadro desenhado como está, haverá mais por vir", disse ela.

(Por Eric Beech e Andrea Shalal)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos