Mercado abrirá em 9 h 6 min
  • BOVESPA

    108.714,55
    +2.418,37 (+2,28%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.833,80
    -55,86 (-0,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,77
    +0,01 (+0,01%)
     
  • OURO

    1.806,00
    -0,80 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    62.759,37
    +948,53 (+1,53%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.509,32
    +1.266,65 (+521,94%)
     
  • S&P500

    4.566,48
    +21,58 (+0,47%)
     
  • DOW JONES

    35.741,15
    +64,13 (+0,18%)
     
  • FTSE

    7.222,82
    +18,27 (+0,25%)
     
  • HANG SENG

    26.057,84
    -74,19 (-0,28%)
     
  • NIKKEI

    29.100,57
    +500,16 (+1,75%)
     
  • NASDAQ

    15.565,75
    +70,00 (+0,45%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4292
    -0,0071 (-0,11%)
     

Inflação na indústria sobe 1,86% em agosto com alta em todas as atividades, diz IBGE

·2 minuto de leitura
**ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 08.02.2019 - Calculadora científica. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
**ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 08.02.2019 - Calculadora científica. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A inflação de mercadorias usadas na indústria teve variação de 1,86% em agosto, na comparação com julho, mostram dados do IPP (Índice de Preços ao Produtor) divulgados nesta quarta-feira (29).

Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), responsável pela pesquisa, as 24 atividades analisadas registraram alta de preços, o que só havia ocorrido em agosto de 2020.

Com o resultado, o IPP atingiu 23,55% no acumulado do ano. Em período maior, de 12 meses, a alta é de 33,08%.

O índice mede a variação dos preços de produtos na "porta de entrada das fábricas", sem efeito de impostos e fretes. Ou seja, capta os preços de mercadorias usadas nas linhas de produção.

Segundo o IBGE, o setor de alimentos foi o que mais influenciou o resultado do IPP de agosto, com impacto de 0,51 ponto percentual. Na comparação com o mês de julho, a alta foi de 2,19%, a sétima taxa positiva observada ao longo do ano. No ano, o segmento acumula alta de 12,47%.

Durante a pandemia, parte dos insumos industriais ficou mais cara em razão do dólar mais alto. Com o real desvalorizado, o preço das commodities avança, pressionando empresas que dependem de mercadorias importadas.

"A demanda aquecida do comércio internacional e a desvalorização do real frente ao dólar vêm impactando os preços industriais no mercado interno. O movimento dos preços do minério de ferro e do óleo bruto do petróleo, por exemplo, afeta de forma quase direta os setores de químicos, de refino e de metalurgia", afirmou Manuel Souza Neto, gerente do IPP.

"No setor alimentício, as exportações de commodities, como soja e milho, pressionam para cima os custos das rações para animais e, por consequência, das carnes", completou.

Não bastasse a pressão cambial, a piora da crise hídrica também afeta a indústria. É que a escassez de chuva força o acionamento de usinas térmicas, o que eleva os custos de geração de energia elétrica.

O reflexo da seca é a luz mais cara para a indústria e os demais setores da economia. Outra preocupação gerada pela crise hídrica é o risco de racionamento de energia.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos