Mercado fechará em 6 h 47 min
  • BOVESPA

    122.515,74
    +714,95 (+0,59%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.869,48
    +1,16 (+0,00%)
     
  • PETROLEO CRU

    69,26
    -2,00 (-2,81%)
     
  • OURO

    1.815,20
    -7,00 (-0,38%)
     
  • BTC-USD

    38.504,76
    -704,31 (-1,80%)
     
  • CMC Crypto 200

    937,81
    -23,08 (-2,40%)
     
  • S&P500

    4.387,16
    -8,10 (-0,18%)
     
  • DOW JONES

    34.838,16
    -97,31 (-0,28%)
     
  • FTSE

    7.097,99
    +16,27 (+0,23%)
     
  • HANG SENG

    26.194,82
    -40,98 (-0,16%)
     
  • NIKKEI

    27.641,83
    -139,19 (-0,50%)
     
  • NASDAQ

    14.985,25
    +32,50 (+0,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2391
    +0,0950 (+1,55%)
     

Inflação na Argentina bate 53,8% em 2019, a mais alta em 28 anos

Por Jorge Iorio

BUENOS AIRES (Reuters) - Os preços ao consumidor na Argentina subiram 53,8% em 2019, o maior aumento em 28 anos, impondo um grande desafio para o novo governo do presidente Alberto Fernández na terceira maior economia da América Latina.

A taxa de inflação de 2019, divulgada pela agência de estatísticas Indec, ficou ligeiramente abaixo dos 54,6% previstos por economistas em uma pesquisa do banco central local em dezembro.

Os preços ao consumidor subiram 3,7% em dezembro, informou a agência. Essa taxa também ficou ligeiramente abaixo das expectativas dos economistas, de 4,1%, de acordo com uma pesquisa do banco central divulgada em janeiro. Na mesma sondagem, os economistas previram que a inflação diminuiria em 2020 para um nível ainda alto de 42,2%.

Controlar a inflação, que tem aumentado desenfreadamente desde que o país sul-americano entrou em crise econômica em 2018, será um grande desafio para Fernández, que definiu o crescimento econômico como uma prioridade.

A crise econômica da Argentina, que enfraqueceu a moeda local, o peso, e aumentou a pobreza e o desemprego, ajudou a tirar o ex-presidente conservador Mauricio Macri do cargo nas eleições presidenciais de 27 de outubro.

O peronista de centro-esquerda Fernández, empossado em 10 de dezembro, herdou cerca de 100 bilhões de dólares em dívida soberana que exigirá negociações com os credores da Argentina, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que mantém um pacote de financiamento de 57 bilhões de dólares ao país.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos