Mercado fechado
  • BOVESPA

    100.763,60
    +2.091,34 (+2,12%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.294,83
    +553,33 (+1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    110,13
    +0,56 (+0,51%)
     
  • OURO

    1.824,10
    -0,70 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    20.746,54
    -316,96 (-1,50%)
     
  • CMC Crypto 200

    455,80
    -6,00 (-1,30%)
     
  • S&P500

    3.900,11
    -11,63 (-0,30%)
     
  • DOW JONES

    31.438,26
    -62,42 (-0,20%)
     
  • FTSE

    7.258,32
    +49,51 (+0,69%)
     
  • HANG SENG

    22.229,52
    +510,46 (+2,35%)
     
  • NIKKEI

    26.871,27
    +379,30 (+1,43%)
     
  • NASDAQ

    12.067,50
    +27,00 (+0,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5281
    -0,0160 (-0,29%)
     

Inflação e recessão dominam perspectivas e elevam risco de acidentes financeiros, diz PIMCO

Pessoas fazem compras em supermercado em Nova York, EUA

Por Davide Barbuscia

NOVA YORK (Reuters) - O foco dos bancos centrais em combater a inflação persistentemente alta pode levar a uma recessão nos próximos dois anos e aumentar o risco de "acidentes financeiros", disse a empresa de investimentos norte-americana PIMCO nesta quarta-feira.

Os preços crescentes dominaram os mercados financeiros globais neste ano, levando os bancos centrais a aumentar as taxas de juros para conter a demanda.

Mas a incerteza em torno do ritmo de políticas monetárias mais apertadas e suas consequências para as economias globais levaram a uma alta volatilidade nos mercados.

A instabilidade geopolítica causada pela guerra na Ucrânia também contribuiu para oscilações bruscas de preços de títulos e ações, ao mesmo tempo que exacerbou a inflação ao pressionar os custos de commodities como petróleo e gás.

"Vemos um risco elevado de recessão nos próximos dois anos", disse a PIMCO em relatório nesta quarta-feira, referindo-se aos EUA e a outras economias avançadas.

A possibilidade de contração econômica reflete "o intenso foco dos bancos centrais em combater a inflação primeiro, o que aumenta o risco de acidentes financeiros além do forte aperto das condições financeiras já visto", disse a PIMCO.

Por causa de preocupações inflacionárias, as respostas monetárias e fiscais a uma recessão, se e quando chegar, podem ser mais suaves e mais lentas do que em ciclos anteriores, disse a PIMCO.

"Assim, embora por muitas razões nossa visão seja de que a próxima recessão provavelmente não será tão profunda quanto a Grande Recessão de 2008 ou a parada repentina da COVID de 2020, pode muito bem ser mais prolongada", disse a PIMCO, acrescentando que a recuperação pode ser mais lenta.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos