Mercado fechado
  • BOVESPA

    102.224,26
    -3.586,74 (-3,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.492,52
    -1.132,48 (-2,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,15
    -10,24 (-13,06%)
     
  • OURO

    1.788,10
    +1,20 (+0,07%)
     
  • BTC-USD

    53.800,50
    -1.006,53 (-1,84%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.365,60
    -89,81 (-6,17%)
     
  • S&P500

    4.594,62
    -106,84 (-2,27%)
     
  • DOW JONES

    34.899,34
    -905,06 (-2,53%)
     
  • FTSE

    7.044,03
    -266,34 (-3,64%)
     
  • HANG SENG

    24.080,52
    -659,64 (-2,67%)
     
  • NIKKEI

    28.751,62
    -747,66 (-2,53%)
     
  • NASDAQ

    16.051,00
    -315,00 (-1,92%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3151
    +0,0769 (+1,23%)
     

Inflação dispara no mundo; veja ranking de países

·1 min de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 02.03.2021 -  Lambe-lambe na avenida Paulista, em SP, contra a disparada dos alimentos. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 02.03.2021 - Lambe-lambe na avenida Paulista, em SP, contra a disparada dos alimentos. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A disparada da inflação não assombra apenas o bolso dos consumidores no Brasil. Durante a pandemia, a escalada dos preços tomou forma em países diversos.

O que chama atenção no caso brasileiro é o fato de a pressão inflacionária ter alcançado a faixa de dois dígitos no acumulado de 12 meses.

Até outubro, a inflação oficial do país, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), subiu 10,67% no acumulado. É a maior alta em 12 meses desde o período encerrado em janeiro de 2016 (10,71%).

Entre as nações que compõem o G20, apenas a Argentina, com inflação na casa de 50%, e a Turquia, com quase 20%, registraram avanços superiores, indicam dados da agência Bloomberg, reunidos pelo economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito.

Nos Estados Unidos, maior economia do mundo, a taxa em 12 meses chegou a 6,2%. É a maior desde novembro de 1990.

Ao desalinhar cadeias produtivas globais, a pandemia provocou escassez de insumos no mercado internacional. Com a falta de matérias-primas e a reabertura da economia, os preços ficaram mais caros em diferentes regiões.

No Brasil, essa pressão de custos tem sido intensificada pela desvalorização do real ante o dólar, explica Perfeito. Ao longo da pandemia, a moeda americana ganhou força no país em um contexto de turbulências políticas e incertezas fiscais.

A inflação mais forte, diz Perfeito, joga contra o crescimento da economia brasileira. A Necton, por exemplo, projeta um pequeno avanço de 0,3% no PIB do próximo ano, mas já há instituições financeiras prevendo recessão. Ou seja, queda do PIB em 2022.

"Estamos vendo um processo de inflação e alta dos juros. Tudo isso se traduz em uma economia mais fraca", relata Perfeito.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos