Inflação ao produtor encerra 2012 em 7,16%, aponta IBGE

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto

Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,30% em dezembro.

Em 2012, o indicador acumulou alta de 7,16%. Em 2011, a taxa acumulada do IPP

tinha ficado em 2,60%. O instituto revisou ainda a taxa do IPP de novembro de 2012,

que passou de 0,25% para 0,27%.

Segundo os dados do IBGE em dezembro de 2012, 16 das 23 atividades da indústria da transformação apresentaram aumento de preços na "porta de fábrica", conforme o IPP. Os maiores impactos para a formação da taxa do IPP de dezembro, de 0,30%, vieram dos alimentos (com contribuição de 0,07 ponto porcentual), outros produtos químicos (0,04 ponto porcentual), metalurgia (0,04 ponto porcentual) e papel e celulose (0,04 ponto porcentual).

As três maiores altas foram registradas nas atividades de perfumaria, sabões e produtos de limpeza (1,85%), fumo (1,49%) e papel e celulose (1,22%). O destaque negativo foi calçados e artigos de couro (-0,81%).

Em 2012, quando a taxa acumulada do IPP atingiu 7,16%, houve aumento de preços em 22 das 23 atividades pesquisadas. A única exceção foi impressão e reprodução de gravações, com queda de 0,23%.

Ao longo do ano passado, as atividades que registraram os maiores aumentos foram fumo (18,52%), alimentos (14,57%), papel e celulose (12,57%) e bebidas (12,00%). Os maiores impactos para a taxa total foram de alimentos (2,75 ponto porcentual), outros produtos químicos (1,08 ponto porcentual), refino de petróleo e produtos de álcool (0,71 ponto porcentual) e papel e celulose (0,40 ponto porcentual).

Carregando...