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Inflação ao consumidor nos EUA salta em abril; gastos do consumidor são moderados

·3 minuto de leitura
Supermercado em St Louis, EUA

WASHINGTON (Reuters) - A inflação ao consumidor nos Estados Unidos acelerou no ano até abril, com uma leitura do núcleo da inflação ultrapassando a meta de 2% do Federal Reserve (Fed) e registrando seu maior ganho anual desde 1992, refletindo a demanda reprimida à medida que a economia reabre.

As fortes leituras de inflação relatadas pelo Departamento do Comércio nesta sexta-feira eram amplamente esperadas já que a pandemia de Covid-19 vem diminuindo nos EUA, graças às vacinações, e não terá impacto sobre a política monetária. O chair do Fed, Jerome Powell, afirmou repetidamente que uma inflação mais alta será transitória, e espera-se que as cadeias de suprimentos se adaptem e se tornem mais eficientes.

A maioria dos economistas tem a mesma visão do chefe do banco central norte-americano. As restrições de oferta refletem amplamente uma mudança na demanda de serviços para bens durante a pandemia. A inflação também está acelerando com a retirada do cálculo das leituras fracas da última primavera do hemisfério norte.

Os preços ao consumidor medidos pelo índice PCE, excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, aumentaram 0,7% no mês passado. Essa foi a maior alta no chamado núcleo do índice de inflação PCE desde outubro de 2001, após ganhar 0,4% em março.

No acumulado de 12 meses até abril, o núcleo do PCE saltou 3,1%, a maior variação desde julho de 1992, após avanço de 1,9% em março. Economistas consultados pela Reuters previam que o núcleo do índice de inflação PCE nos EUA aumentaria 0,6% em abril e saltaria 2,9% no comparativo anual.

O núcleo do índice PCE é a medida de inflação preferida do Fed. As leituras anuais podem permanecer mais altas por um tempo devido aos chamados efeitos de base, antes de diminuir no final deste ano.

Embora os gastos do consumidor tenham sido moderados no mês passado, uma vez que o aumento na renda advinda dos cheques de estímulos diminuiu, as famílias acumularam pelo menos 2,3 trilhões de dólares excedentes em poupança durante a pandemia, o que deve sustentar a demanda. Os salários também estão aumentando à medida que as empresas buscam atrair mão de obra para aumentar sua produção.

Generosos auxílios-desemprego financiados pelo governo, problemas com creches e o medo de contrair o vírus, mesmo com vacinas amplamente acessíveis, bem como aposentadorias relacionadas à pandemia, deixaram as empresas à procura de empregados.

Isso apesar de quase 10 milhões de norte-americanos estarem oficialmente desempregados. Os gastos do consumidor, que representam mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, subiram 0,5% no mês passado. Os dados de março foram revisados para cima para mostrar aumento dos gastos de 4,7%, em vez de 4,2% conforme publicado anteriormente.

O aumento dos gastos ficou de acordo com as expectativas. A despesa foi contida pela redução de 0,6% nas despesas com bens.

Embora as compras de bens duráveis, como veículos automotores, tenham aumentado 0,5%, os gastos com bens não duráveis caíram 1,3%. Os gastos com serviços aumentaram 1,1%.

(Por Lucia Mutikani)

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