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Inflação ao consumidor na China desacelera em dezembro após medidas do governo

·1 min de leitura
Fábricas em Tangshan, China

PEQUIM (Reuters) - Os preços nos portões das fábricas da China subiram mais lentamente do que o esperado em dezembro depois de medidas do governo para conter a alta das matérias-primas, mostraram dados oficiais nesta quarta-feira, deixando espaço para afrouxamento da política monetária.

O índice de preços ao produtor avançou 10,3% em dezembro sobre o ano anterior, mostraram os dados da Agência Nacional de Estatísticas. Economistas consultados em pesquisa da Reuters esperavam avanço de 11,1%, após alta do índice de 12,9% em novembro.

A inflação ao produtor se moderou nos últimos meses em relação à máxima de 26 anos vista em outubro depois que Pequim agiu para estabilizar os preços altos das matérias-primas e aliviar a crise de energia.

"A inflação nos portões das fábricas vai provavelmente mostrar mais tendência de baixa nos próximos meses", disse Sheana Yue, economista da Capital Economics, em nota.

Já o índice de preços ao consumidor na China avançou 1,5% em dezembro na comparação anual, contra expectativa de alta de 1,8% e avanço de 2,3% em novembro.

Os preços dos alimentos caíram 1,2% no ano, com Yue destacando uma recuperação na oferta de carne suína e vegetais após problemas causados pelo clima ruim em outubro e novembro.

O índice de preços ao consumidor subiu 0,9% em 2021, de 2,5% em 2020.

"A inflação mais baixa abre espaço para o governo afrouxar as políticas monetárias mais. A probabilidade de um corte de juros está aumentando, na nossa visão", disse Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management, em nota.

(Reportagem de Liangping Gao e Gabriel Crossley)

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