Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    61.117,62
    +1.217,24 (+2,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,25
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Indústria perde produtividade de 2 anos em apenas 3 meses de 2020

·2 minuto de leitura
Fábrica da General Motors em São Paulo é usada para reparar equipamentos médicos, como respiradores, durante a crise. Foto: Buda Mendes/Getty Images
Fábrica da General Motors em São Paulo é usada para reparar equipamentos médicos, como respiradores, durante a crise. Foto: Buda Mendes/Getty Images

A paralisação da economia brasileira, resultado da pandemia do novo coronavírus, fez com que a produtividade da indústria brasileira registrada nos anos 2018 e 2019 fosse perdida em apenas três meses de 2020.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

O indicador da CNI (Confederação Nacional da Indústria) para a produtividade do setor subiu de 107,7 para 108,6 pontos, em 2018. No ano seguinte, foi para 109,3 pontos. Mas apenas nos primeiros três meses de 2020, o índice já caiu para 107,2 pontos.

Leia também

"A competitividade da indústria estava se recuperando de modo devagar porque não vínhamos crescendo muito. Em 2018, avançamos 0,8%, e em 2019, 0,6%", explicou Samantha Cunha, economista da CNI, ao jornal Folha de S.Paulo.

A produtividade perdida nesses três primeiros meses do ano ainda pode ser recuperada ao longo do ano, com o aguardado fim da pandemia, como ocorreu em 2018 após a paralisação dos caminhoneiros. Mas diferentemente da crise nas estradas há dois anos, a situação atual não traz previsibilidade. Assim, o mercado não se sente seguro para aumentar investimentos apostando em uma retomada.

"Caímos 3,3% no segundo trimestre de 2018, mas crescemos 3,4% no terceiro. Aquilo em maio [com os caminhoneiros] foi atípico. Foi um acontecimento muito inesperado, mas que foi pontual e saiu de cenário rapidamente", disse.

"Agora caímos e vamos ter queda de novo. Temos uma crise por mais tempo, com incerteza sobre a duração dos efeitos. Por isso que no próximo trimestre não vamos ter essa recuperação."

Na comparação com o trimestre encerrado em dezembro do ano passado, a queda nos meses de janeiro a março de 2020 foi de 2,8%.

A tendência é que a produtividade continue caindo no segundo trimestre, mas de forma menos intensa. "Inicialmente, quando não há previsão do que vai acontecer, o empresário espera, segura a produção, mas não demite, o que reduz muito o total de bens produzidos, mas ainda há grande número de horas trabalhadas", disse Cunha. "No segundo trimestre, nós já vemos as empresas se ajustando, mandando para férias, cortando jornada, demitindo. Isso regula a mão de obra com a produção."

**Com informações da FOLHAPRESS

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos