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Indicador antecedente de emprego da FGV cai em outubro e indica cautela com economia

Pessoas buscam emprego em listagem de vagas no centro de São Paulo

Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego do Brasil caiu em outubro e foi ao menor nível em seis meses, indicando que a desaceleração da economia já estaria influenciando as expectativas, de acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, teve queda de 4,0 pontos e foi a 79,8 pontos, menor nível desde abril deste ano (79,5 pontos).

"Além da queda significativa, o resultado também foi bastante disseminado entre os subíndices, sugerindo uma reversão da tendência", disse em nota Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre.

"A desaceleração da economia parece já entrar no radar e influenciar as expectativas sobre o mercado de trabalho nos próximos meses. Não é possível descartar novas quedas nos próximos resultados dado que o cenário macroeconômico ainda é desafiador e a recuperação econômica tende a perder força na virada para 2023”, completou.

De acordo com a FGV, em outubro 6 dos 7 componentes do IAEmp contribuíram para o resultado do indicador. Os destaques foram os indicadores de Tendência dos Negócios, Emprego Previsto e Situação Atual dos Negócios da Indústria.

Somente o indicador de Emprego Previsto de Serviços foi positivo.

O Brasil encerrou o terceiro trimestre com a menor taxa de desemprego em mais de sete anos, de 8,7%. Ainda que o mercado de trabalho esteja dando seguimento à recuperação com aumento da ocupação com carteira assinada, a informalidade ainda é marcante.