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Indicador Antecedente de Emprego do Brasil renova máxima desde dezembro, diz FGV

Homem mostra carteira de trabalho ao procurar por oportunidades de emprego no centro de São Paulo

SÃO PAULO (Reuters) - O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) do Brasil renovou no mês passado um pico desde dezembro, refletindo a melhora no quadro sanitário e aquecimento da atividade econômica, informou nesta terça-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IAEmp, que antecipa os rumos do mercado de trabalho no Brasil, subiu 1,4 ponto em maio, a 80,9 pontos, nível mais alto desde o fim de 2021 (81,8). Em abril, o indicador também havia tocado a máxima desde dezembro passado.

Segundo a FGV, cinco dos sete componentes do IAEmp impactaram positivamente o resultado de maio, com destaque para os indicadores de Situação Atual dos Negócios e Tendência dos Negócios da indústria, que contribuíram com 0,9 e 0,5 ponto, respectivamente, para a alta geral.

Rodolpho Tobler, economista do FGV Ibre, disse que "a segunda alta consecutiva do IAEmp sugere um cenário mais favorável para o mercado de trabalho na virada para o segundo trimestre", acrescentando que a melhora do quadro sanitário nacional e um aquecimento da atividade econômica parecem ter contribuído para a melhora do indicador.

No entanto, "ainda é preciso cautela, dado que o indicador se mantém em patamar baixo e com perspectivas de recuperação lenta considerando que a atividade econômica segue com projeção baixa para o ano de 2022 devido a elevada inflação e política monetária mais restritiva", alertou o especialista.

Dados do IBGE divulgados na semana passada mostraram que a taxa de desemprego no Brasil atingiu o nível mais baixo desde o começo de 2016 no trimestre até abril, de 10,5%, num resultado melhor que o esperado diante de um nível recorde da população ocupada.

(Por Luana Maria Benedito)

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