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Indicador Antecedente da Economia sobe 0,6% em novembro, a 118,5 pontos

Valor

Evolução foi puxada por melhora de expectativas em serviços e na indústria; indicador coincidente também aumentou O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil subiu 0,6% em novembro, para 118,5 pontos, informa o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), que publica o dado em parceria com The Conference Board (TCB).

Das oito séries componentes, quatro contribuíram positivamente para a evolução do índice no mês, com a maior contribuição dada pelos Índices de Expectativas do setor de Serviços e da Indústria.

O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), também fruto da parceria e que mensura as condições econômicas atuais, subiu 1,1% para 105,2 pontos, no mesmo período. Este é o maior nível da série histórica, iniciada em janeiro de 1996.

“O resultado do ICCE em novembro reforça a percepção positiva em relação aos indicadores mais recentes da economia brasileira”, diz o economista Paulo Picchetti, da FGV, em comentário no relatório. “Por sua vez, o IACE sinaliza o aumento da probabilidade de aceleração do nível de atividades nos próximos meses.”

O IACE reúne oito componentes da economia brasileira: taxa referencial de swaps DI pré-fixada 360 dias, do Banco Central; Ibovespa; Índices de Expectativas da Indústria, dos Serviços e do Consumidor, todos da FGV; produção física de bens de consumo duráveis, do IBGE; Índice de Termos de Troca e Índice de Quantum de Exportações, ambos da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex).