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Indicado para CEO da Petrobras espera até 60 dias de trégua tributária em combustíveis

SÃO PAULO (Reuters) - Indicado para presidir a Petrobras, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) espera contar com uma trégua tributária de até 60 dias, como forma de auxiliar o país a lidar com os preços dos combustíveis no início do novo governo.

Depois de idas e vindas nesta semana, o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, obteve do atual governo garantia de que a desoneração do PIS/Cofins sobre os combustíveis --prevista para acabar este ano-- não seria prorrogada por mais um mês.

Isso depois de protestos de setores interessados, como a indústria de etanol, que perde com a isenção desses tributos --aplicada neste ano para controle de preços--, uma vez que o biocombustível tem uma vantagem tributária frente a gasolina.

Mas nesta sexta-feira, ao falar com jornalistas, Prates indicou que ainda não há consenso, e que a desoneração poderia ser prorrogada.

"A própria discussão da política de combustíveis vai ganhar uma trégua, provavelmente. Estamos finalizando este processo aqui. Provavelmente, teremos trégua de 30 a 60 dias para segurar os impostos, para não voltar já com um fato novo relevante como este...", disse ele a jornalistas.

Mas ele indicou que a decisão ficará com o futuro ministro Haddad.

"Não posso atropelar, estou tratando de uma forma de manter um certo período de graça nesse processo para poder rediscuti-lo, o que não quer dizer que não vá haver discussão."

(Por Roberto Samora)