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Indiano se torna terceiro homem mais rico do mundo

Gautam Adani se tornou a terceira pessoa mais rica do mundo, segundo índice da Bloomberg (Ramesh Dave/Mint via Getty Images)
Gautam Adani se tornou a terceira pessoa mais rica do mundo, segundo índice da Bloomberg (Ramesh Dave/Mint via Getty Images)
  • Acima de Adani estão apenas Elon Musk e Jeff Bezos

  • Gautam Adani, que já era o homem mais rico da Ásia, atingiu a posição de terceiro mais rico do mundo;

  • Sua fortuna teria crescido exponencialmente por estar ligado a setores econômicos prioritários para Narendra Modi, primeiro-ministro indiano

O bilionário indiano Gautam Adani se tornou a terceira pessoa mais rica do mundo, de acordo com a Bloomberg, que realiza um índice dos bilionários e suas fortunas. O indiano é dono de uma fortuna de US$ 137 bilhões (ou R$ 693 bilhões)

Adani ultrapassou o presidente da LVMH, holding francesa dona de marcas de luxo como Louis Vuitton, Dior, Fendi, Sephora e outras, e se tornou a primeira pessoa asiática a tomar esse lugar na lista. Gautam está atrás apenas do CEO da Tesla, Elon Musk, e do fundador da Amazon, Jeff Bezos, que registram fortunas de US$ 251 bilhões e US$ 153 bilhões (R$ 1,2 trilhão e R$ 774 bilhões), respectivamente.

Adani é fundador do homônimo Adani Group, que controla diversas empresas no setor de infraestrutura, desde portos, empresas de extração de carvão, energia solar e até mesmo companhias aeroespaciais.

Em fevereiro deste ano, Gautam Adani ultrapassou outro magnata indiano, Mukesh Ambani, para se tornar a pessoa mais rica da Índia. Estima-se que sua fortuna tenha crescido exponencialmente após investidores apostarem na capacidade de suas empresas ocuparem os setores que o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, definiu como prioritários para o desenvolvimento do país.

Na semana passada o bilionário também causou uma polêmica ao anunciar, através da AMG Media Networks, uma das empresas de seu conglomerado, uma oferta para comprar uma grande emissora televisiva da Índia, a New Delhi Television. Analistas esboçaram receios com o futuro da liberdade editorial da NDTV, além de economistas demonstrarem preocupações com as expansões de Adani, alimentadas por dívidas.