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Índia exige que Xiaomi pague quase R$ 500 milhões em impostos

·1 min de leitura
A Índia exigiu que o braço local da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi pague 6,53 bilhões de rúpias (R$ 500 milhões) em impostos de importação, após uma investigação. (Wang Gang/VCG via Getty Images) (VCG via Getty Images)
  • Xiaomi foi acusada de não pagar os impostos corretamente e precisará pagar multa milionária

  • DRI emitiu avisos de "causa comprovada" para a Xiaomi relacionados à recuperação de R$ 500 milhões

  • Esta não é a primeira vez que a Índia toma medidas contra empresas chinesas de tecnologia

A Índia exigiu que o braço local da fabricante chinesa de smartphones Xiaomi pague 6,53 bilhões de rúpias (R$ 500 milhões) em impostos de importação, após uma investigação. A Diretoria de Inteligência da Receita conduziu uma investigação que levou à recuperação de documentos durante as buscas nas instalações da Xiaomi Índia, disse um comunicado do Ministério das Finanças na quarta-feira (5).

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“Durante as investigações, descobriu-se ainda que os 'royalties e taxa de licença' pagos pela Xiaomi Índia à Qualcomm EUA e à Beijing Xiaomi Mobile Software Co. Ltd., China (parte relacionada da Xiaomi Índia) não estavam sendo adicionados ao valor da transação das mercadorias importadas pela Xiaomi Índia e seus fabricantes contratados”, disse.

“Ao não adicionar royalties e taxa de licença ’ao valor da transação, a Xiaomi Índia estava se esquivando das taxas alfandegárias por ser a proprietária beneficiária de tais telefones móveis importados, suas peças e componentes”, acrescentou o comunicado.

Índia e China vivem em tensão na tecnologia

Depois de concluir a investigação, o DRI emitiu três avisos de "causa comprovada" para a Xiaomi relacionados à recuperação de 6,53 bilhões de rúpias (R$ 500 milhões) para o período entre abril de 2017 e junho de 2020. Esses avisos são um tipo de ordem judicial que requer uma ou mais das partes a um caso para justificar, explicar ou provar algo ao tribunal.

Esta não é a primeira vez que a Índia toma medidas contra empresas chinesas de tecnologia. No ano passado, o país do sul da Ásia baniu 118 aplicativos com links para a China, citando riscos à segurança nacional. Aconteceu no auge das tensões geopolíticas entre os dois países.

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