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Indústria aeroespacial pode fechar 2021 com novo prejuízo

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A indústria aeroespacial comercial terá dificuldade para registrar lucro este ano, apesar das notícias recentes de grandes pedidos de jatos e de anúncios de que o ritmo de produção está subindo, segundo um novo relatório.

Fabricantes de aviões, fornecedores de peças e empresas de leasing, na melhor das hipóteses, dificilmente atingirão o ponto de equilíbrio este ano, disse a AlixPartners em relatório divulgado na quinta-feira, que atribuiu a previsão às pressões de preços, à cadeia de suprimentos enfraquecida e à produção reduzida de aeronaves de fuselagem larga.

A indústria registrou prejuízo de US$ 18,4 bilhões antes dos juros e impostos no ano passado e não retornará ao pico pré-pandemia - um lucro de US$ 45,6 bilhões em 2018 - até a segunda metade da década, disse a empresa.

As viagens aéreas dentro dos EUA estão nos níveis pré-pandemia, de acordo com a Administração de Segurança de Transporte, o que reaquece a demanda de companhias aéreas por aviões. Airbus e Boeing divulgaram altos volumes de entregas em junho, e a United Airlines fechou um acordo para comprar 270 aviões das empresas. A retomada das viagens internacionais e de negócios ainda é lenta, no entanto, forçando fabricantes e empresas de leasing a manter estoques acima da demanda.

Esse excesso de oferta tem reduzido os preços dos jatos, o que leva fabricantes a espremer fornecedores, de acordo com Eric Bernardini, colíder global da AlixPartners para o setor aeroespacial, de defesa e aviação.

“De certa forma, a América do Norte é influenciada pelo fato de o tráfego doméstico ter acelerado muito nos últimos três ou quatro meses”, disse Bernardini. “Mas, para mim, isso é um pequeno ponto na grande escala das coisas.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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