Mercado abrirá em 6 h 41 min
  • BOVESPA

    128.405,35
    +348,35 (+0,27%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.319,57
    +116,77 (+0,23%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,88
    +0,24 (+0,34%)
     
  • OURO

    1.774,30
    +5,30 (+0,30%)
     
  • BTC-USD

    34.562,10
    -1.108,46 (-3,11%)
     
  • CMC Crypto 200

    857,76
    -82,19 (-8,74%)
     
  • S&P500

    4.166,45
    -55,41 (-1,31%)
     
  • DOW JONES

    33.290,08
    -533,32 (-1,58%)
     
  • FTSE

    7.017,47
    -135,96 (-1,90%)
     
  • HANG SENG

    28.361,65
    -439,62 (-1,53%)
     
  • NIKKEI

    27.976,47
    -987,61 (-3,41%)
     
  • NASDAQ

    14.013,75
    -21,25 (-0,15%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,0103
    -0,0258 (-0,43%)
     

Indígenas hondurenhos acampam por justiça para ambientalista Berta Cáceres

·2 minuto de leitura
Jovens protestam em frente ao Supremo Tribunal de Justiça durante julgamento pelo assassinato da líder indígena e ativista ambiental Berta Cáceres, em Tegucigalpa, em 12 de maio de 2021

Dezenas de integrantes de movimentos indígenas e populares hondurenhos acampavam nesta quarta-feira (12) em frente à Corte Suprema de Justiça (CSJ), aguardando a sentença de um dos supostos autores intelectuais do assassinato da emblemática ambientalista Berta Cáceres.

Os representantes das comunidades indígenas e negras que chegaram do interior do país à capital se reuniram na noite de terça-feira com integrantes de organizações sociais e instalaram, sob as árvores, barracas, fogões de cozinha e uma faixa com a frase “Acampamento Feminista Viva Berta."

“Muitas pessoas das comunidades Lenca, Garífuna, Chortí, Tolupan e mestiças vêm testemunhar o processo de justiça de nossa companheira e irmã Berta Cáceres”, disseram os organizadores em nota, que também construíram um altar com flores e fotos de Cáceres em frente ao portão CSJ.

Eles garantiram que o acampamento organizado - " por tempo indeterminado" - pela Rede de Direitos Humanos, o Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (Copinh) e a Organização Fraternal Negra de Honduras (Ofraneh) é pela "busca da justiça, que neste caso é expresso através de um julgamento oral e público contra David Castillo".

Um tribunal de condenação iniciou na CSJ no dia 7 de abril o julgamento contra Castillo, ex-presidente da Desarrollos Energéticos S.A. (DESA), como suposto autor intelectual do assassinato da renomada ativista, executada à meia-noite de 2 de março de 2016 na comunidade de La Esperanza, no oeste do país.

O crime causou grande comoção entre defensores do meio ambiente em vários países do mundo e organizações como Congresso dos Estados Unidos e União Europeia (UE).

Quatro pistoleiros e três pessoas que os contrataram foram condenados a 50 e 30 anos de prisão, respectivamente, pelo homicídio cometido contra a coordenadora do Copinh, executada por impedir, com manifestações indígenas, a construção de uma hidrelétrica pela DESA no rio Gualcarque.

A acusação e a assistência de acusação, a família e o Copinh, apresentaram no julgamento - que ainda não foi concluído - vazamentos telefônicos que implicam Castillo com os sete condenados e ricos banqueiros sócios da DESA.

nl/ll/jc

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos