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Incorporadoras da China têm metade da dívida distressed mundial

·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Em um mundo onde o estímulo dos bancos centrais aliviou a maior parte dos problemas de liquidez nos mercados globais de títulos, a crise de incorporadoras imobiliárias da China se destaca.

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Dos US$ 139 bilhões em títulos denominados em dólar e negociados a preços muito baixos, ou “distressed”, 46% foram emitidos por empresas do setor imobiliário da China, segundo dados compilados pela Bloomberg em 12 de outubro, que refletem títulos negociados com prêmios de rendimento de pelo menos 10 pontos percentuais acima das taxas de referência.

Títulos em dólar com grau especulativo, ou junk, de emissores chineses alcançaram os maiores yields em cerca de uma década, após meses de preocupações sobre a crescente pressão de pagamentos de dívidas por incorporadoras e maior número de defaults no setor.

A crise foi agravada pelos problemas da China Evergrande, que não cumpriu os prazos de pagamento de juros de títulos no mês passado. Isso foi seguido por um default surpresa da incorporadora Fantasia e por um alerta da Sinic Holdings de que seu estado de inadimplência era iminente.

O estresse atingiu dezenas de emissores relacionados ao mercado imobiliário chinês, deixando uma pilha de dívidas de alto risco de US$ 64 bilhões que ofusca outros setores.

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