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Incorporadoras chinesas sob pressão por maior risco de contágio

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O não pagamento de títulos por uma incorporadora da China voltou a preocupar investidores sobre a saúde do setor imobiliário do país.

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Títulos chineses com grau especulativo em dólar enfrentam uma onda de vendas diante da percepção de que autoridades não planejam medidas contundentes para aliviar a crise de crédito que atinge o setor. Os rendimentos estão próximos do maior nível em uma década. Ações de incorporadoras tiveram uma sessão de fortes perdas: a Sunac China e a China Aoyuan caíram pelo menos 10%. Um indicador de ações chinesas em Hong Kong fechou no menor patamar em cinco anos. E o silêncio da China Evergrande sobre uma suposta venda de participação em uma unidade manteve as negociações com as ações suspensas.

A Fantasia Holdings foi a mais recente incorporadora imobiliária a deixar de pagar um título com vencimento na segunda-feira, enquanto uma série de rebaixamentos de notas de crédito por agências de classificação de risco globais e a queda dos mercados dos EUA no overnight aumentaram o nervosismo dos investidores. Operadores de crédito atribuíram as perdas ao baixos volumes. Com o feriado de uma semana na China continental, canais de liquidez como links de ações para Hong Kong e injeções diárias de capital do banco central estão suspensos.

O não pagamento da Fantasia “fornece um sinal claro de que, apesar dos resgates fragmentados de ativos selecionados da Evergrande, as tensões do mercado imobiliário permanecem elevadas”, disse Craig Botham, economista-chefe para a China da Pantheon Macroeconomics.

A Fantasia deve representar menor risco para os mercados do que a Evergrande. A empresa estava apenas na 60 posição em uma lista de vendas contratadas no primeiro trimestre deste ano, enquanto a Evergrande ocupava o terceiro - e os US$ 12,9 bilhões em passivos totais da Fantasia são ofuscados pelos US$ 304,5 bilhões da Evergrande. A Fantasia também é uma emissora de títulos menos prolífica, com cerca de US$ 4,7 bilhões em dívidas locais e offshore, mostram dados compilados pela Bloomberg. O montante se compara aos US$ 27,6 bilhões da Evergrande.

É improvável que o governo diminua as restrições ao setor imobiliário, apesar das especulações recentes, de acordo com a Nomura.

“A postura de aperto de Pequim em relação ao setor imobiliário permanece intacta”, disseram analistas da Nomura liderados por Ting Lu em relatório na segunda-feira. “Nossa expectativa é a de que Pequim mantenha medidas restritivas relacionadas aos imóveis, e o rápido enfraquecimento do setor imobiliário deve causar forte impacto no crescimento do PIB e nas receitas do governo.”

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