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Incomodado com a Adidas, Flamengo estuda como otimizar a distribuição de camisas

·2 minutos de leitura

O relacionamento entre Flamengo e Adidas já não é mais o mesmo. O clube não esconde a insatisfação com o desempenho ruim na distribuição de camisas, principalmente após os títulos do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores da América de 2019, quando os artigos sumiram das lojas oficiais. Além disso, o atraso no pagamento de R$ 8,8 milhões no primeiro semestre deste ano causou desconforto entre as duas partes.

O Flamengo ainda tem mais três anos de contrato com a Adidas, mas já faz uma profunda análise interna e estuda soluções para a distribuição, considerada uma falha grave.

Em janeiro deste ano, por exemplo, as lojas oficiais não tinham camisas do time de futebol, que estavam esgotadas desde dezembro. O fato foi bastante lamentado não só pelo clube, como também pelos lojistas que ficaram sem as peças no melhor momento do ano.

Para se ter uma ideia, mesmo faturando o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores, título que o clube não levantava desde 1981, a Adidas não conseguiu bater o recorde de 2009, da Olympikus, que vendeu mais de um milhão de camisas.

Quem lidera as discussões é Luiz Eduardo Baptista. Recentemente, o vice-presidente de relações externas esteve reunido com o gerente de futebol Gabriel Skinner, que teve participação importante na parceria com a Olympikus, para entender como a empresa brasileira conseguiu suprir a demanda.

O "case" da OLK virou referência para o Flamengo na busca por melhorias na distribuição. O clube também quer estar pronto para debater, num futuro não tão distante, a renovação de contrato e até ouvir novas possibilidades.

NOVO DESCONFORTO

Esta semana, o Flamengo foi pego de surpresa com uma solicitação da TV Globo, detentora dos direitos do clube no Campeonato Brasileiro. A empresa avisou que os números na camisa de jogo número três não davam leitura e pediu alteração.

A Adidas fez um teste no Maracanã na última segunda-feira (31) e constatou o problema relatado pela emissora. Com isso, decidiu modificar as cores e a fonte da camisa.

A situação atrapalha a campanha lançada para arrecadar fundos para a organização humanitária internacional Médidos Sem Fronteiras, que receberá 100% do lucro arrecadado na personalização. Nas lojas, os números e letras originais serão mantidos, logo, o torcedor que quiser personalizar terá a camisa diferente da utilizada pelos atletas dentro de campo.