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Incidentes em toda a Rússia com a mobilização militar

É uma imagem repetida em vários pontos da Rússia: Grupos de homens, na maioria jovens, entram em autocarros em que seguem para o desconhecido. Na maior parte dos casos, para quartéis e campos de treino militar, de onde seguem depois para a guerra na Ucrânia. A convocatória chega, normalmente, poucas horas antes e as famílias não têm tempo de digerir as notícias.

Uma mãe diz que "recebeu a notificação de manhã e, poucas horas depois, já o filho estava no autocarro".

A decisão de chamar 300 mil reservistas ao serviço militar, anunciada pelo presidente Vladimir Putin, está a fazer com que homens de várias idades estejam a ser chamados aos centros de recrutamento e nem tudo está a correr bem: Há notícias de idosos e até mortos a serem chamados a cumprir o serviço militar.

260 mil homens já deixaram a Rússia

Na Sibéria, um oficial encarregado do recrutamento foi morto a tiro. No Daguestão, o processo está a decorrer com incidentes: Uma manifestação de mulheres contra a mobilização, em que se liam palavras de ordem como "A Rússia invadiu a Ucrânia" ou "A Rússia é um país estrangeiro" saldou-se por mais de 100 detenções.

Nas fronteiras, o cenário é o mesmo há vários dias: Filas intermináveis de carros com homens a querer sair do país e assim escapar à mobilização, numa altura em que aumentam os rumores de que o Kremlin vai instaurar uma proibição de saída do território para os homens em idade de serem mobilizados para o serviço militar. Segundo os serviços secretos russos, FSB, mais de 260 mil homens já deixaram o país na sequência da ordem de mobilização dada por Vladimir Putin.