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Incertezas da pandemia ainda afetam os fluxos de Investimento Direto, diz BC

Estevão Taiar e Alex Ribeiro
·1 minuto de leitura

Soma de ingressos no país alcançou R$ 1,4 bilhão em agosto, bem abaixo dos R$ 9,5 bilhões registrado no mesmo mês do ano passado A pandemia segue influenciando negativamente o ingresso de Investimento Direto no País (IDP), afirmou nesta quarta-feira o chefe do departamento de estatísticas da autoridade monetária, Fernando Rocha, em entrevista coletiva. "As incertezas da pandemia continuam a afetar os fluxos de IDP", disse. No mês passado, esses investimentos somaram US$ 1,4 bilhão, contra US$ 9,5 bilhões em agosto de 2019. Para setembro, o BC calcula que o IDP ficará em US$ 2 bilhões. Caso esse número se confirme, os investimentos acumulados em 12 meses irão para a casa dos US$ 50 bilhões. Até aqui, de acordo com Rocha, o IDP acumulado em 12 meses soma "mais do que o dobro do que o déficit em transações correntes" e segue mostrando "um financiamento bastante robusto das necessidades externas". Por sua vez, o superávit em conta corrente de US$ 3,7 bilhões registrado em agosto foi o maior para qualquer mês de agosto em toda a série histórica do BC, com início em 1995. Na entrevista, Rocha também destacou que o déficit em conta corrente acumulado em 12 meses diminuiu US$ 31 bilhões desde fevereiro, atingindo US$ 25,4 bilhões no mês passado. Para setembro, a estimativa do BC é que haja novo superávit, também de US$ 3,7 bilhões. Caso esse número se confirme, o resultado negativo em conta corrente acumulado em 12 meses ficará abaixo do patamar de US$ 20 bilhões, de acordo com o chefe do departamento de estatísticas. Joel santana Joelfotos/Pixabay