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Inadimplência da carteira de crédito chega ao maior nível desde 2012

Mesmo com taxa de inadimplência menor, valor devido pelos brasileiros é o maior em 10 anos
Mesmo com taxa de inadimplência menor, valor devido pelos brasileiros é o maior em 10 anos
  • Dívidas não pagas chegam a R$ 92 bilhões;

  • Taxa total, no entanto, é menor que em 2012;

  • Montante tomado em empréstimos era menor há 10 anos atrás.

A inadimplência no Brasil registrou um crescimento em 2022. De acordo com o Painel de Operações de Crédito do Banco Central, o país abriu este ano com R$ 4,6 trilhões em carteiras de crédito, isto é, em empréstimos tomados por pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, cerca de 2% correspondem a dívidas não pagas, o equivalente a R$ 92 bilhões.

Esse valor é o maior desde 2012. Na época, o país tinha uma taxa maior de inadimplência, cerca de 3,5%, porém o total da dívida em crédito era menor, de aproximadamente R$ 2 bilhões. A taxa atual, de 2%, representa um crescimento daquela registrada no final de 2020, que estava em 1,86%.

Os dados deste ano, no entanto, ainda estão defasados, por conta da greve dos servidores do Banco Central, e devem ser atualizados no início deste mês com o retorno das atividades dos funcionários da autarquia.

Se muitos brasileiros se esforçam para serem bons pagadores e honrarem seus compromissos, outros agem de má-fé perante as oportunidades de crédito. Para estes, os credores buscam maneiras cada vez mais sofisticadas e tecnológicas de correrem atrás do dinheiro tomado.

É o caso de técnicas que aliam inteligência artificial e cruzamento automatizado de dados e informações. Para o coordenador de investigações da LEME Forense, Guilherme Cortez, ao cruzar os dados do inadimplente e seu círculo familiar e de amigos, "é possível identificar patrimônios desse inadimplente que são registrados em nome de terceiros. Com essa constatação, abre-se caminho para a empresa credora reaver os recursos”.

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