Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,91 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,62 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    +2,79 (+2,68%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    21.026,72
    +134,72 (+0,64%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,32 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,19 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,72 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    +395,25 (+3,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Inadimplência bate recorde e afeta 66 milhões de brasileiros

Economista diz que aumento de dívidas já era esperado (Getty Images)
Economista diz que aumento de dívidas já era esperado

(Getty Images)

  • Inadimplência bate recorde no Brasil em abril e atinge maior número desde 2016;

  • Ao todo, 66.132.670 milhões de pessoas estão com o nome no vermelho;

  • Setor cujas dívidas mais cresceram é o de financeiras.

A inadimplência bateu um novo recorde no Brasil. Em abril, mais de 66 milhões de brasileiros (em um total de 66.132.670) estavam com dívidas, o maior número desde 2016, quando foi iniciada a série histórica da Serasa Experian.

Só neste ano, mais de 2 milhões de pessoas se juntaram às estatísticas, resultando em R$ 271,6 bilhões em débitos. Segundo Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, esse aumento já era esperado, mas há algumas atitudes que podem ajudar o consumidor que está com o nome no vermelho.

“Sabemos que a instabilidade econômica do país vem afetando grande parte da população. No entanto, algumas ferramentas como o saque extraordinário do FGTS e a antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados podem e devem ser utilizadas para reorganizar as finanças pessoais, amenizar dívidas e tentar tirar o nome do vermelho”, afirmou em nota.

A maior parte dos inadimplentes tem de 26 a 60 anos de idade (35,2%), seguidos por 41 a 60 anos (34,8%). Os segmentos de Bancos e Cartões possui 28,1% dos débitos, ao passo que contas básicas – como água, luz e gás – representam 22,9%.

Com relação a abril de 2021, este ano registrou o maior aumento de dívidas no setor de Financeiras. O percentual foi de 9,6% para 12,4%. Segundo Rabi, tais empresas costumam “oferecer crédito para perfis de risco, como os de consumidores inadimplentes. Por isso, quanto mais instável ficar o cenário econômico, mais a inadimplência desse setor tende a crescer”.

Com informações do g1

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos