Mercado fechado
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.094,22 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,95 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,17
    +0,26 (+0,36%)
     
  • OURO

    1.802,10
    -3,30 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    34.370,09
    +83,41 (+0,24%)
     
  • CMC Crypto 200

    786,33
    -7,40 (-0,93%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,15 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    27.321,98
    -401,82 (-1,45%)
     
  • NIKKEI

    27.548,00
    +159,80 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    15.091,25
    +162,75 (+1,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1216
    +0,0014 (+0,02%)
     

Início de construção de novas moradias nos EUA sobe em junho

·2 minuto de leitura
Placas anunciando a venda de novas moradias no Condado de York, Carolina do Sul, nos EUA

WASHINGTON (Reuters) - A construção de novas moradias nos Estados Unidos aumentou mais do que o esperado em junho, embora madeira cara e escassez de mão de obra e terra continuem a restringir a capacidade das construtoras de aproveitar plenamente as vantagens da forte demanda por moradias.

O início de construção de moradias cresceu 6,3%, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de 1,643 milhão de unidades, no mês passado, informou o Departamento de Comércio nesta terça-feira.

Economistas consultados pela Reuters projetavam aumento para 1,590 milhão de unidades. Os dados para maio foram revisados para baixo, para 1,546 milhão de unidades, ante 1,572 milhão relatadas anteriormente.

Apesar do crescimento no mês passado, o início de construção permaneceu abaixo do patamar de março, de 1,725 milhão de unidades, que foi o nível mais alto desde junho de 2006.

Os alvarás para futuras construções de casas caíram 5,1%, para 1,598 milhão de unidades, em junho.

A demanda por moradias está sendo impulsionada pelas baixas taxas de juros e por uma migração de pessoas das cidades em busca de acomodações espaçosas nos subúrbios e outras áreas de baixa densidade para trabalhar e estudar durante a pandemia de Covid-19.

Mas essa tendência está diminuindo gradualmente à medida que as vacinações permitem que as empresas convoquem os trabalhadores de volta aos escritórios nos centros das cidades.

"Esperamos uma recuperação modesta nas vendas e na construção de novas moradias na segunda metade do ano", disse Sam Bullard, economista sênior do Wells Fargo em Charlotte, Carolina do Norte.

"A demanda não é o problema, a acessibilidade é problemática, visto que os preços das casas dispararam devido aos estoques excepcionalmente baixos e continuarão sendo um obstáculo para o setor em um futuro previsível."

A oferta de moradias usadas está perto de níveis mínimos recordes, levando a um crescimento de dois dígitos no preço médio das casas.

(Por Lucia Mutikani)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos