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Impulsionada por Petrobras, Bolsa marca terceira alta seguida e se aproxima dos 106 mil pontos

·3 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 05.09.2013 - Painéis de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 05.09.2013 - Painéis de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma sessão marcada pela liquidez reduzida por conta do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, que manteve o mercado americano fechado, a Bolsa de Valores do Brasil engatou sua terceira alta consecutiva e recuperou o nível dos 105 mil pontos.

O Ibovespa, principal índice de ações do mercado acionário local, registrou alta de 1,24% nesta quinta-feira (25), aos 105.811 pontos, no maior patamar desde 12 de novembro, quando fechou aos 106.334 pontos.

O movimento foi sustentado pela alta expressiva das ações da Petrobras, com valorização de 4,41% e 4,13% das ações preferenciais e ordinárias, respectivamente. Combinados, os papéis representam cerca de 11,5% do Ibovespa.

As ordens de compras vieram após a estatal anunciar seu plano de investimentos para os próximos anos. A empresa informou que pretende investir US$ 68 bilhões (R$ 381 bilhões, pela cotação atual) entre 2022 e 2024.

O valor é 23,6% superior aos US$ 55 bilhões (R$ 308 bilhões) do último plano, para o período entre 2021 e 2025, que foi elaborado ainda sob forte impacto do início da pandemia do novo coronavírus. Agora, o planejamento é feito em meio a uma recuperação dos preços do petróleo.

A notícia que mais animou o mercado, contudo, foi relativa aos proventos a serem pagos pela Petrobras aos seus acionistas, diz Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora.

A petroleira prevê a distribuição de US$ 60 bilhões a US$ 70 bilhões (R$ 336 bilhões a R$ 392 bilhões, pela cotação atual) em dividendos pelos próximos cinco anos, uma média de R$ 67 bilhões a R$ 78 bilhões por ano.

Sem a referência do mercado americano, o petróleo fechou a sessão estável, cotado a US$ 82,22 (R$ 458,24).

Rodrigo Crespi, especialista de mercado da Guide Investimentos, acrescenta que papéis da construção civil também tiveram bom desempenho, na esteira de proposta do governo que pode aquecer o setor.

O governo enviou ao Congresso nesta quinta um projeto de lei com o objetivo de permitir que imóveis e outros ativos –mesmo ainda em financiamento– sejam dados como garantia em mais de um empréstimo.

As ações da Eztec subiram 5,57%, enquanto os papéis da Cyrela avançaram 4,90%.

O especialista da Guide chama atenção ainda para a alta de algumas varejistas, como Grupo Soma (3,12%) e Marisa (1,49%), com as expectativas voltadas para as vendas de Black Friday.

No câmbio, o dólar comercial fechou em queda 0,53% frente ao real, cotado a R$ 5,5650 para venda. É o menor patamar desde o último dia 17 (R$ 5,5264) e a maior baixa percentual diária desde 11 de novembro (-1,80%).

Pela manhã, o destaque do dia na agenda doméstica ficou por conta da divulgação da prévia oficial da inflação, com uma alta de 1,17% do IPCA-15 em novembro, acima da mediana das estimativas de mercado que apontava para 1,13%.

A maior variação (2,89%) e o principal impacto no índice (0,61 ponto percentual) vieram dos transportes. Nesse grupo, houve a influência da gasolina, que teve alta de 6,62%.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é o pior resultado para novembro desde 2002, com a inflação alcançando 10,73% em 12 meses.

"Apesar da alta no índice, ele não trouxe exatamente nenhuma novidade. Em termos agregados sabemos bem que a inflação segue persistente. Gasolina e gás de cozinha continuam tirando o sono do brasileiro", diz André Perfeito, economista-chefe da Necton.

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