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Implícitas voltam a superar 7% em meio à reprecificação externa

(Bloomberg) -- As taxas de inflação embutidas nos títulos públicos disparam nesta terça-feira, operando acima de 7%, segundo dados compilados pela Bloomberg.

O salto da inflação esperada pelo mercado ocorre em meio à reprecificação dos ativos globais, engatilhada pela perspectiva de que o Federal Reserve possa acelerar o ritmo de aperto para 0,75 ponto percentual no encontro desta quarta-feira.

A inflação implícita de um ano operava acima de 6,94% no início da tarde desta terça-feira, vindo de 6,75% no fechamento de segunda-feira e de 6,35% na sexta. Nos demais vencimentos, as taxas subiam cerca de 20 pontos e operavam acima de 7%.

O dado é calculado com base nos juros futuros descontados pelas taxas dos títulos atrelados à inflação, como as NTN-Bs.

Nesta manhã, o Tesouro Nacional optou por uma oferta mais enxuta desses papéis justamente pela volatilidade elevada, a exemplo do que já tinha ocorrido na semana anterior. Foram vendidos 128.050 das 150.000 NTN-B ofertadas.

Curva amplia aposta em surpresa hawkish do BC com Fed, Petrobras

“Foi um leilão pequeno de B, algo comum em um mercado com volatilidade”, diz Camilla Dolle, head de pesquisa em renda fixa e crédito da XP. Com o avanço dos juros futuros, não faz sentido para o Tesouro emitir a taxas tão altas.

“Por conta de toda surpresa inflacionária, os títulos atrelados à inflação têm tido demanda boa, mas apetite do mercado se reduz nesses dias de estresse do mercado”, completa Camilla.

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