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Impactos da crise dos chips na indústria devem diminuir no 2° semestre, diz economista

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Impactos da crise dos chips na indústria devem diminuir no 2° semestre, diz economista
Impactos da crise dos chips na indústria devem diminuir no 2° semestre, diz economista

Apesar de a crise dos chips ter atingido níveis críticos ao entrar na “zona de perigo” no mês passado, o cenário de escassez de componentes no mercado deve melhorar no segundo semestre deste ano. Pelo menos é isso que acredita Andrew Tilton, economista-chefe da Goldman Sachs na Ásia.

Segundo Tilton, houve um “aperto notável” nas cadeias de suprimentos de semicondutores, além de atrasos nas entregas de abastecimento em economias do norte do continente asiático, como Japão, Taiwan e Coreia do Sul. No entanto, a “luz no fim do túnel” deve surgir gradativamente nos próximos meses.

“Nossos analistas acreditam que provavelmente estamos no pior período disso agora. Ou seja, estamos vendo as maiores interrupções nos setores de downstream — logística, transporte e distribuição — como o automotivo agora, e isso diminuirá gradualmente na segunda metade do ano”, afirmou o economista-chefe da Goldman Sachs.

Embora a crise dos chips esteja afetando a indústria global dos mais diferentes setores, os segmentos de tecnologia e os automobilísticos têm sido os mais afetados.

Tratando-se dos impactos no segmento de TI, diversas fabricantes têm adiado ou enfrentado problemas em suas produções. A Samsung, por exemplo, pode adiar o lançamento do Galaxy Note 21 por conta da crise dos chips. A Apple, por sua vez, informou o adiamento da produção de iPads e MacBooks por conta da escassez de peças no mercado.

Ilustração de crise dos chips
Crise dos chips tem afetado toda a indústria global de produção. Foto: monte_a/Shutterstock

Já no segmento automobilístico, o fornecimento de componentes do setor tem sofrido atrasos de mais de 22 semanas. Isso tem causado paralisações nas fábricas e, em alguns casos, lançamentos de veículos com a eliminação de algumas tecnologias de ponta.

Inclusive, a escassez de componentes deve custar cerca de US$ 110 bilhões à indústria automobilística global neste ano, de acordo com a consultoria AlixPartners. Mas a boa notícia é que a consultoria acredita que o ápice da crise dos chipes atinja o setor no terceiro trimestre deste ano, antes de o cenário melhorar progressivamente até 2022.

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Luz no fim do túnel

Mesmo que diversas empresas do setor acreditem que a crise dos chips só deva acabar no ano que vem, a estimativa de uma possível melhora já para a segunda metade de 2021 é encarada como uma ótima notícia para o mercado — tanto para os fabricantes quanto para os clientes.

Um dos principais motivos que podem explicar o cenário otimista envolve Taiwan, lar da maior fabricante de chips do mundo, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC). Havia um grande temor de que a seca enfrentada na região pudesse paralisar a produção da gigante, mas uma recente onda de chuvas amenizou o impasse.

No entanto, após manter os casos de Covid-19 controlados durante boa parte da pandemia, Taiwan tem observado surtos da doença em sua localidade, o que também causa dúvidas para o mercado. “Houve algumas interrupções isoladas, mas até agora, não o suficiente para causar uma grande interrupção na cadeia de abastecimento”, disse Tilton.

Ainda assim, o economista-chefe da Goldman Sachs na Ásia alerta que a crise dos chips continua sendo algo para ser observado atentamente nas próximas semanas e meses.

Fonte: CNBC

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