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Impacto da Covid em trabalhadores europeus será longo, diz BCE

Carolynn Look
·1 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Trabalhadores europeus ainda sentirão o impacto da pandemia muito depois de as empresas terem se beneficiado da eficiência obtida durante as paralisações causadas pelo coronavírus, segundo pesquisa do Banco Central Europeu.

Empresas líderes da região dizem que a adoção acelerada de tecnologias digitais e melhores processos aumentarão a produtividade. Ao mesmo tempo, 55% dizem que esperam empregar menos trabalhadores a longo prazo.

A pior crise da região no pós-guerra levou a um aumento das demissões e das licenças, à medida que milhões de empresas foram obrigadas a limitar as atividades em meio às restrições para conter a propagação do coronavírus.

As conclusões - que constam em uma pesquisa do BCE com 72 empresas não financeiras de peso - sugerem que as companhias podem se recuperar do choque mais rápido do que as famílias, o que causaria uma recuperação potencialmente desigual nos próximos anos.

Os resultados “parecem refletir como as empresas aprenderam a manter a produção, apesar das restrições aos insumos de mão de obra devido ao distanciamento social e à identificação de ganhos de eficiência relacionados”, escreveram Eduardo Maqui e Richard Morris, os pesquisadores do BCE,.

Embora quase 30% dos entrevistados tenham identificado a redução da demanda por seus produtos ou serviços como uma das principais consequências de longo prazo da pandemia, mais de 75% esperam que seus negócios sejam mais eficientes e resilientes.

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