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Imóveis do clã Bolsonaro: quantas malas são necessárias para carregar R$ 13,5 milhões?

Quase metade dos brasileiros preferem realizar compras sem utilizar cédulas de papel (Getty Image)
Quase metade dos brasileiros preferem realizar compras sem utilizar cédulas de papel (Getty Image)
  • Dos 107 imóveis da família Bolsonaro, pelo menos 51 foram adquiridos com cédulas

  • Teriam sido movimentados R$ 13,5 milhões desde 1990

  • Cada milhão ocupa um volume total de cerca de 12,8 litros

Quase metade dos brasileiros preferem realizar compras sem utilizar cédulas de papel. Com a ampla oferta de cartões de débito, transferências bancárias e Pix, aquisições grandes podem ser realizadas com segurança e comodidade.

Mesmo assim, a o presidente Jair Bolsonaro (PL), ao lado de outros integrantes da família, ainda parecem ser apegados às cédulas de papel. Pelo menos isso é o que mostra uma reportagem realizada pelo UOL.

A apuração, realizada pelos jornalistas Thiago Herdy e Juliana Dal Piva, aponta que, dos 107 imóveis que eles acumulam, pelo menos 51 foram adquiridos total ou parcialmente com uso de dinheiro vivo.

Sem a correção monetária, teriam sido movimentados R$ 13,5 milhões desde 1990, quando o atual presidente ganhou a primeira eleição política. Com os valores corrigidos pelo IPCA, o valor pode chegar a 25,6 milhões.

Apesar da quantia financeira ser expressiva, não é tão difícil assim carregar o peso de tanta grana nas costas. Uma pessoa que pretende transportar essa um milhão precisa de, ao menos, dez envelopes ou um malote grande. Para separar as notas, elas podem ser dividas em maços de R$ 100.

Nessa organização, que facilita a contagem e o transporte dos valores, a quantia de R$ 1 milhão seria distribuída 100 maços de 1,2 cm de altura, 6,9 cm de largura e 15,5 cm de comprimento cada. Juntos, eles pesam um volume total de 12,8 litros.

Ou seja, para carregar R$ 13,5 milhões, a família Bolsonaro precisaria de apenas 14 malas ou mochilas com a capacidade de transportar 12,8 litros. Caso todas as compras tivessem sido realizadas no mesmo dia, também não haveriam grandes impedimentos.

O porta-malas de um Chevrolet Celta, conhecido por ser compacto, tem a capacidade de carregar 260 litros. Teria como acomodar os 172.8 do dinheiro e ainda sobrar espaço para levar a papelada dos contratos.

No entanto, com o lançamento das notas de R$ 200, criadas pelo Banco Central em 2020 durante a gestão de Jair, o número cai para menos da metade. Além de valerem o dobro do valor das cédulas de R$ 100, os pedaços de papel são ainda menores e mais leves.

Além de não ser tão difícil carregar o dinheiro desta forma, essa também é uma maneira de realizar transações com menos informações sobre como o dinheiro foi adquirido e mais difíceis de serem rastreadas pelas autoridades.