Mercado fechado
  • BOVESPA

    119.564,44
    +1.852,44 (+1,57%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.399,80
    +71,60 (+0,15%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,49
    -0,14 (-0,21%)
     
  • OURO

    1.785,30
    +1,00 (+0,06%)
     
  • BTC-USD

    57.162,85
    +2.399,87 (+4,38%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.468,64
    +63,33 (+4,51%)
     
  • S&P500

    4.167,59
    +2,93 (+0,07%)
     
  • DOW JONES

    34.230,34
    +97,31 (+0,29%)
     
  • FTSE

    7.039,30
    +116,13 (+1,68%)
     
  • HANG SENG

    28.647,97
    +229,99 (+0,81%)
     
  • NIKKEI

    29.341,99
    +529,36 (+1,84%)
     
  • NASDAQ

    13.521,75
    +30,75 (+0,23%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4268
    -0,0001 (-0,00%)
     

IHS Markit reduz em 4,6 mi t projeção de safra de milho 20/21 no Brasil

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - A produção total de milho deve alcançar 104 milhões de toneladas na temporada 2020/21 do Brasil, estimou à Reuters a consultoria IHS Markit nesta segunda-feira, ao apontar uma redução de 4,6 milhões de toneladas em relação à projeção anterior, de fevereiro, puxada pelos problemas climáticos que atingem a segunda safra.

O clima seco em regiões dos principais Estados produtores deixou o mercado apreensivo e motivou uma redução nas expectativas para a "safrinha", disse o analista Gabriel Diniz Faleiros.

Com isso, a consultoria passou a estimar a produção da segunda safra em 79,45 milhões de toneladas, ante 85 milhões vistos em fevereiro. A estimativa para a área se manteve em 15,5 milhões de hectares.

"Estão precisando de chuvas o Mato Grosso do Sul, norte e oeste de Paraná, oeste de São Paulo, sul de Goiás e Triângulo Mineiro. São pontos de atenção em relação à precipitação para as próximas semanas", citou.

Ele admitiu que, caso as chuvas não venham, é provável que a consultoria faça novas revisões para baixo nas estimativas.

A área total de milho também ficou estável, em 19,8 milhões de hectares, acrescentou.

(Por Nayara Figueiredo)