Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.933,78
    -180,15 (-0,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.072,62
    -654,36 (-1,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,47
    +0,09 (+0,14%)
     
  • OURO

    1.770,60
    0,00 (0,00%)
     
  • BTC-USD

    56.116,27
    -14,77 (-0,03%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.273,66
    -25,30 (-1,95%)
     
  • S&P500

    4.163,26
    -22,21 (-0,53%)
     
  • DOW JONES

    34.077,63
    -123,04 (-0,36%)
     
  • FTSE

    7.000,08
    -19,45 (-0,28%)
     
  • HANG SENG

    29.106,15
    +136,44 (+0,47%)
     
  • NIKKEI

    29.685,37
    +2,00 (+0,01%)
     
  • NASDAQ

    13.898,25
    +1,00 (+0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6754
    -0,0107 (-0,16%)
     

Gasolina pesa e IGP-M tem alta de 1,95% na 1ª prévia de março, diz FGV

Luana Maria Benedito
·2 minuto de leitura
Gasolina pesa e IGP-M tem alta de 1,95% na 1ª prévia de março, diz FGV

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) - A alta dos preços ao produtor arrefeceu ao mesmo tempo em que a inflação ao consumidor acelerou sob o peso da gasolina, e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 1,95% na primeira prévia de março, depois de registrar alta de 1,92% no mesmo período do mês anterior.

Os dados informados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira mostram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do IGP-M, teve na primeira prévia de março alta de 2,33%, contra avanço de 2,54% no mesmo período do mês anterior.

O leve arrefecimento foi resultado da alta de 0,46% registrada pelo grupo Matérias-Primas Brutas, que havia disparado 4,45% na primeira prévia de fevereiro. Segundo a FGV, os preços do minério de ferro (5,74% para -0,45%), soja em grão (5,78% para -0,32%) e bovinos (8,03% para 1,13%) foram os principais responsáveis por essa leitura.

Ao mesmo tempo, disse André Braz, coordenador dos índices de preços, "os acréscimos registrados nas taxas dos grupos bens finais (0,21% para 1,62%) e bens intermediários (2,34% para 5,32%) revelam o espalhamento das pressões inflacionárias, antes concentradas no grupo matérias-primas brutas."

"Os aumentos nos preços do diesel (3,32% para 18,90%) e da gasolina (11,18% para 15,48%) também contribuíram para o avanço das taxas de bens finais e intermediários", completou.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, mostrou maior pressão ao subir 0,79% no período, de alta de 0,19% na primeira prévia de fevereiro.

O grupo Transportes registrou alta de 3,38% no primeiro decêndio de março, ante alta anterior de 0,96%, uma vez que os preços da gasolina dispararam 10,00%, contra taxa de 2,88% no mesmo período de fevereiro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, acelerou a alta a 1,24% na primeira prévia de março, de 0,60% antes.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.