Mercado fechado
  • BOVESPA

    101.259,75
    -657,98 (-0,65%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.707,72
    +55,53 (+0,14%)
     
  • PETROLEO CRU

    39,78
    -0,86 (-2,12%)
     
  • OURO

    1.903,40
    -1,20 (-0,06%)
     
  • BTC-USD

    12.925,30
    +28,71 (+0,22%)
     
  • CMC Crypto 200

    260,05
    -1,40 (-0,54%)
     
  • S&P500

    3.465,39
    +11,90 (+0,34%)
     
  • DOW JONES

    28.335,57
    -28,09 (-0,10%)
     
  • FTSE

    5.860,28
    +74,63 (+1,29%)
     
  • HANG SENG

    24.918,78
    +132,65 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    23.516,59
    +42,32 (+0,18%)
     
  • NASDAQ

    11.669,25
    +19,50 (+0,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6639
    +0,0538 (+0,81%)
     

IGP-M salta para 4,57% na 2ª prévia de setembro, puxado por preços no atacado

Valor
·4 minutos de leitura

Alta foi de 2,34% no mesmo período de agosto; taxa acumulada em 12 meses pela segunda medição mensal do indicador passou de 12,58% para 18,20% O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou inflação de 4,57% na segunda prévia de setembro, ante 2,34% no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com esse resultado, a taxa acumulada em 12 meses pela segunda medição mensal do IGP-M passou de 12,58% para 18,20%. “As taxas observadas para o IPC e o INCC não registraram mudança significativa em comparação ao mês de agosto. Já a inflação ao produtor segue em aceleração e espalhada entre os estágios de processamento, com destaque para as matérias-primas brutas, cuja variação média passou de 5,60% para 11,31%. Neste grupo, destacam-se minério de ferro (9,24% para 17,01%) e soja (4,73% para 12,53%), que juntos responderam por 42% do resultado do IPA”, diz André Braz, coordenador dos Índices de Preços da FGV, em comentário no relatório. Minério de ferro: alta passou de 9,24% para 17,01% e, junto com soja, pressionou IPA iStock Com peso de 60%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 6,36% no segundo decêndio de setembro, ante 3,15% no de agosto. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais passaram de 0,96% em agosto para 2,89% em setembro. A maior contribuição para esse resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 2,41% para 6,21%. O índice referente a Bens Intermediários subiu 4,14% no segundo decêndio de setembro, ante 2,67% no mesmo período de agosto. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 2,27% para 4,13%. A taxa do grupo Matérias-Primas Brutas foi de 5,60% no segundo decêndio de agosto para 11,31% em igual período de setembro. Contribuíram para o movimento do grupo os seguintes itens: minério de ferro (9,24% para 17,01%), soja em grão (4,73% para 12,53%) e milho em grão (4,33% para 14,27%). Em sentido oposto, destacam-se leite in natura (12,40% para 9,29%), suínos (23,94% para 12,90%) e laranja (7,89% para 2,76%). Com peso de 30%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de 0,38% no segundo decêndio de setembro, após subir 0,41% no mesmo período de coleta de agosto. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,54% para -0,50%). Nesta classe de despesa, vale mencionar plano e seguro de saúde, cuja taxa passou de 0,60% para -2,40%. Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos Comunicação (0,38% para 0,01%), Vestuário (-0,50% para -0,73%) e Despesas Diversas (0,43% para 0,29%). Nestas classes de despesa, as maiores influências partiram de mensalidade para TV por assinatura (1,19% para 0,07%), roupas femininas (-0,85% para -1,41%) e conserto de aparelho telefônico celular (1,73% para 0,66%). Em contrapartida, registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (-0,73% para 0,40%), Alimentação (0,50% para 0,80%), Transportes (0,92% para 0,94%) e Habitação (0,47% para 0,48%). Nessas classes de despesa, os maiores avanços foram observados em passagem aérea (-5,47% para 6,74%), hortaliças e legumes (-6,68% para -4,29%), etanol (0,21% para 2,39%) e gás de bujão (-0,09% para 1,28%). Com os 10% restantes, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,98% no segundo decêndio de setembro. No mês anterior, a alta foi de 0,96%. Os três grupos componentes do INCC apresentaram as seguintes variações na passagem do segundo decêndio de agosto para o segundo de setembro: Materiais e Equipamentos (1,49% para 2,52%), Serviços (0,22% para 0,06%) e Mão de Obra (0,73% para 0,07%). Foram comparados os preços coletados de 21 de agosto a 10 de setembro com os de 21 de julho a 20 de agosto.