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IGP-M passa a subir 1,51% em abril com arrefecimento dos combustíveis, diz FGV

Luana Maria Benedito
·2 minuto de leitura
Funcionário da Agência Nacional do Petróleo (ANP) checa qualidade de combustíveis em posto de gasolina do Rio de Janeiro

Por Luana Maria Benedito

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou alta de 1,51% em abril, depois de subir 2,94% no mês anterior, com a inflação tanto ao produtor quanto ao consumidor acompanhando uma desaceleração nos valores dos combustíveis.

O dado informado nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV) ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters, de avanço de 1,37%, e levou o índice a acumular em 12 meses alta de 32,02%.

Em abril, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, desacelerou a alta a 1,84%, de 3,56% no mês anterior.

Entre os componentes do IPA, o grupo Bens Finais registrou avanço de 1,1% em abril, depois de ter avançado 2,5% no mês anterior, desaceleração que foi atribuída aos combustíveis para o consumo, cuja taxa de variação passou de 18,64% para -1,08%.

Os Bens Intermediários também arrefeceram no período, apresentando alta de 3,16%, depois de saltarem 6,33% em março. O subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção foram apontados como os principais responsáveis para esse movimento.

O consumidor também viu a alta dos preços diminuir, com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% sobre o índice geral, registrando alta de 0,44% em abril, contra 0,98% em março.

A maior contribuição para a leitura partiu do grupo Transportes, que desacelerou sua alta a 1,03% em abril, ante salto de 3,97% no mês anterior, refletindo a menor taxa de variação dos preços da gasolina --de 11,33% em março para 3,03% em abril.

"A desaceleração da taxa de variação dos combustíveis orientou o recuo da inflação ao produtor e ao consumidor", afirmou em nota André Braz, coordenador dos índices de preços.

No entanto, ele também destacou o avanço da taxa de variação do IGP-M em 12 meses: "tendência que deve continuar até o próximo mês, dado que o IGP-M havia subido apenas 0,28% em maio de 2020."

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC), por sua vez, subiu 0,95% no período, depois de ter avançado 2,00% em março.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.