Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.867,62
    +338,65 (+0,70%)
     
  • PETROLEO CRU

    60,85
    -0,50 (-0,81%)
     
  • OURO

    1.794,90
    +1,80 (+0,10%)
     
  • BTC-USD

    53.079,92
    -2.586,23 (-4,65%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.227,26
    -35,70 (-2,83%)
     
  • S&P500

    4.173,42
    +38,48 (+0,93%)
     
  • DOW JONES

    34.137,31
    +316,01 (+0,93%)
     
  • FTSE

    6.895,29
    +35,42 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.604,12
    -17,80 (-0,06%)
     
  • NIKKEI

    29.000,12
    +491,57 (+1,72%)
     
  • NASDAQ

    13.895,25
    -24,00 (-0,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7071
    +0,0051 (+0,08%)
     

IGP-DI desacelera alta a 2,17% com menos pressão do atacado, diz FGV

·2 minuto de leitura
IGP-DI desacelera alta a 2,17% com menos pressão do atacado, diz FGV

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 2,17% em março depois de subir 2,71% no mês anterior, com a descompressão dos preços no atacado compensando o peso dos combustíveis no varejo.

O dado divulgado nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV) ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 2,63%.

Com esse resultado, o índice passa a acumular alta de 30,63% em 12 meses.

Em março, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60% do indicador, desacelerou a alta para 2,59%, de 3,40% em fevereiro.

Os custos dos Bens Intermediários passaram a subir 4,04% em março, depois de dispararem 6,60% no mês anterior, com desaceleração da alta do subgrupo materiais e componentes para a manufatura de 5,51% para 2,44%.

Por outro lado, para o consumidor a pressão da alta dos preços ficou mais intensa, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) --que responde por 30% do IGP-DI-- teve alta de 1%, depois de subir 0,54% em fevereiro.

"Os energéticos foram os responsáveis pela avanço da taxa do IPC de fevereiro para março. As principais contribuições para a aceleração da inflação ao consumidor partiram dos seguintes itens: gasolina (11,05%), etanol (17,33%), tarifa de energia(1,02%) e gás de bujão (4,04%), que juntos responderam por 77% do resultado final do IPC", explicou André Braz, coordenador dos índices de preços.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, desacelerou a alta no período a 1,30%, de 1,89% antes.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

(Por Camila Moreira)