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"iFood chinesa" é multada em US$ 533,6 milhões sob acusação de monopólio

·2 minuto de leitura

As gigantes de tecnologia da China continuam sofrendo com a crescente pressão frente às medidas que vêm sendo adotadas por Pequim nos últimos meses. Nesta sexta-feira (8), a principal empresa de entrega de comida do país, Meituan, foi multada em 3,44 bilhões de yuans (cerca de R$ 2,95 bilhões na cotação atual) por obrigar comerciantes a venderem exclusivamente na plataforma.

O anúncio feito pelo órgão regulador de mercado chinês marcou o encerramento de uma investigação que já vinha sendo conduzida desde abril. A Administração do Estado para Regulamentação do Mercado (SAMR) informou que a companhia de delivery já violava as leis antimonopólio do país desde 2018, forçando acordos de exclusividade que previam medidas punitivas, incluindo a cobrança de depósitos dos comerciantes; e o emprego de táticas tecnológicas envolvendo dados e algoritmos para excluir concorrentes e limitar a franca disputa no mercado.

A Meituan utilizou os métodos citados para garantir que os restaurantes permanecessem leais. De 2018 a 2020 a empresa recebeu 1,3 bilhão de yuans (aproximadamente R$ 1,1 bilhão) em depósitos de 1,6 milhão de comerciantes para garantir o cumprimento dos acordos de exclusividade. Foi ordenado que o dinheiro do depósito fosse devolvido aos comerciantes. Segundo as autoridades, durante esse período, a companhia aumentou sua participação no total de pedidos de delivery de comida da China de 62,4% para 68,5%.

Meituan fala sobre a acusação de monopólio

A startup de entregas se posicionou sobre a situação nesta sexta-feira (8), informando aceitar a penalidade. "A Meituan tomará isto como um aviso, operará em conformidade com as leis e regulamentos e trabalhará duro para contribuir mais para o desenvolvimento de alta qualidade da economia nacional", disse.

Em agosto deste ano, a empresa de delivery já havia recebido outras ordens do governo envolvendo questões trabalhistas, após ser acusada de estar pagando um valor menor que o salário mínimo para os entregadores, além de negar benefícios como seguridade social e comercial para cobrir acidentes e doenças. Ela foi ordenada a apresentar relatórios periódicos sobre suas ações nos próximos três anos.

Pequim tem deixado cada vez mais clara a sua posição em relação ao crescimento das big techs do país, intensificando a sua fiscalização sob as condutas das maiores companhias, justificada pelas preocupações da capital com relação ao monopólio, a possível violação de direitos dos consumidores e ao bloqueio da inovação.

Em abril deste ano, a Alibaba passou por uma situação similar. As autoridades chinesas multaram a empresa de Jack Ma em 18,2 bilhões de yuans (aproximadamente R$ 15,6 bilhões) por práticas anticompetitivas também. A dona da Aliexpress estava exigindo exclusividade dos comerciantes que desejavam vender seus produtos na plataforma, impedindo-os de registrar suas lojas em sites rivais.

Fonte: Canaltech

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