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Idade média de internação volta a cair, aponta boletim da Fiocruz

·4 minuto de leitura

RIO - A idade média de internações e mortes por Covid-19 voltou a cair, aponta boletim da Fiocruz. Segundo a fundação, a média de hospitalizações era de 63 na primeira semana do ano e caiu para 57 entre 18 e 24 de abril. Já a de óbitos passou de 71 para 64.

" É importante destacar que, ao longo deste período, a vacinação foi iniciada no Brasil, com a aprovação da primeira vacina pela Anvisa, em 17 de janeiro, e dois dias depois a compra do primeiro lote, com 6 milhões de doses da CoronaVac pelo Ministério da Saúde. Naquele momento, definiram-se como grupos prioritários os trabalhadores da saúde, pessoas acima de 60 anos ou com deficiência e população indígena aldeada. Até o fechamento da semana epidemiológica 16, na grande maioria das grandes cidades brasileiras a vacinação já havia alcançado grande parte dos grupos com mais de 70 anos, ao menos com a primeira dose", diz o texto.

Ainda segundo o documento, divulgado nesta sexta-feira, houve um aumento global para todas as idades, comparando as duas semanas, de 483,1%. Algumas faixas etárias mantiveram aumento ainda maior: 20 a 29 anos (622,7%), 30 a 39 anos (892,1%), 40 a 49 anos (955,9%), 50 a 59 anos (875,4%) e 60 a 69 anos (585,9%).

Para os óbitos, o aumento global entre as mesmas semanas foi de 259,1%. As mesmas faixas etárias sofreram aumento diferenciado: 20 a 29 anos (654,5%), 30 a 39 anos (562,8%), 40 a 49 anos (692,9%), 50 a 59 anos (568,4%) e 60 a 69 anos (379,9%).

A nova edição do Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz também mostrou uma ligeira queda no número de casos e óbitos por Covid-19 e das incidências de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), mas mantendo níveis muito altos.

“Estes indícios apontam que a pandemia se mantém num patamar crítico de transmissão, com valores altos de incidência e mortalidade, formado a partir de março de 2021 e mantida pela intensa circulação do vírus Sars-CoV-2 em todo o país”, aponta o grupo de cientistas. “A ligeira redução de casos e óbitos por Covid-19 não significa que o país tenha saído de uma situação crítica, pois as médias diárias de 59 mil casos e de 2,5 mil óbitos nestas duas semanas epidemiológicas se encontram em patamares muito elevados”.

Além disso, afirmam os pesquisadores, os altos níveis para SRAG e casos de Covid-19 significam uma elevada demanda para o sistema de saúde, com consequências na taxa de ocupação de leitos.Idade média de internação volta a cair, aponta boletim da Fiocruz.

“Somente com a redução sustentada por algumas semanas, associada à aceleração da campanha de vacinação e à intensificação de ações de distanciamento físico e social, combinadas com proteção social, será possível alcançar a queda sustentada da transmissão e a redução da demanda pelos serviços de saúde”, alertam os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo Boletim.

Leitos de UTI para Covid-19

Após muitas semanas em situação muito crítica, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 no país começam a dar sinais de melhora, “embora ainda longe de indicar um quadro tranquilo.”

Entre 26 de abril e 3 de maio, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos mantiveram a tendência lenta de queda em quase todo o país. Roraima e Paraíba permaneceram fora da zona de alerta com taxas de ocupação inferiores a 60%. Acre, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul deixaram a zona crítica e se somaram aos estados do Amazonas, Amapá, Maranhão e Alagoas na zona de alerta intermediário. Embora ainda na zona crítica, também apresentaram o indicador em queda consistente e níveis mais baixos Tocantins, Piauí, Bahia, Minas Gerais Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Em estabilidade muito crítica incluem-se Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe e Mato Grosso do Sul.

Oito estados e o Distrito Federal encontram-se com taxas de ocupação superiores a 90%: Piauí (92%), Ceará (97%), Rio Grande do Norte (94%), Pernambuco (97%), Sergipe (99%), Paraná (92%), Santa Catarina (92%), Mato Grosso do Sul (101%) e Distrito Federal (91%). Oito estados apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos entre 80% e 89%: Rondônia (89%), Tocantins (88%), Bahia (80%), Minas Gerais (83%), Espírito Santo (86%), Rio de Janeiro (86%), Mato Grosso (88%) e Goiás (82%). Oito estados estão na zona de alerta intermediário (≥60% e <80%): Acre (77%), Amazonas (63%), Pará (72%), Amapá (69%), Maranhão (73%), Alagoas (75%), São Paulo (78%) e Rio Grande do Sul (78%). Por fim, dois estados estão fora da zona de alerta: Roraima (44%) e Paraíba (55%).

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