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Ibovespa tem queda firme com NY e commodities

Bolsa de Valores

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa caía nesta segunda-feira, acompanhando queda das bolsas nos Estados Unidos e perdas de commodities como petróleo e minério de ferro.

Vale, setor financeiro e Petrobras eram as maiores influências negativas ao índice, enquanto Suzano e Telefônica Brasil estavam entre as poucas altas do dia.

Às 11:40 (de Brasília), o Ibovespa caía 1,90%, a 98.382,50 pontos. O volume financeiro era de 4,1 bilhões de reais.

Preocupações com potencial desaceleração econômica global seguem impactando os negócios. O Nasdaq Composite cedia 2,3% e o S&P 500 caía 1,3%. A equipe da Mirae Asset destaca agenda "carregada" de indicadores no exterior nesta semana, com dado de inflação nos EUA e números de atividade econômica na China.

Bancos norte-americanos, incluindo JPMorgan, Citigroup e Morgan Stanley, também divulgam resultados corporativos nesta semana.

"China volta com lockdown, após um período sem, puxando commodities pra baixo. Para complementar tem expectativa de dados macro nos EUA", disse Rodrigo Crespi, da Guide Investimentos, citando dados de preços ao consumidor.

Na sexta-feira, o Ibovespa fechou em queda, em pregão marcado pela divulgação de dados mais fortes do que o esperado sobre o mercado de trabalho dos EUA.

No Brasil, investidores aguardam a votação da PEC dos Benefícios na Câmara dos Deputados, esperada para terça-feira.

A pesquisa Focus do Banco Central, divulgada pela manhã, mostrou melhora de 7,96% para 7,67% na expectativa de inflação para este ano, enquanto a projeção para 2023 dos economistas consultados pelo BC foi elevada em 0,08 ponto percentual.

O diretor de Política Econômica do BC, Diogo Guillen, disse nesta manhã que, com a estratégia da instituição de manter juro estável por mais tempo, a projeção de inflação para 2024 terá maior impacto na política monetária do que a de 2023.

Tensões ligadas à campanha eleitoral local também estão no radar, após assassinato de um petista no Paraná durante sua festa de aniversário na noite de sábado.

DESTAQUES

- VALE ON recuava 2,8%, diante de queda dos contratos futuros de minério de ferro na Ásia devido a crescentes temores de enfraquecimento da demanda pela matéria-prima na China, onde várias cidades estão aplicando novas restrições contra a Covid-19. Siderúrgicas também cediam.

- PETROBRAS PN exibia baixa de 1,2%, em meio ao recuo dos preços do petróleo no mercado internacional. Expectativas de queda na demanda pela commodity impactavam os negócios, também devido às preocupações com Covid-19 na China. No setor, PETRORIO ON tinha recuo de 1,9% e 3R PETROLEUM ON caía 3%.

- ITAÚ UNIBANCO PN perdia 1,6% e liderava perdas entre grandes bancos.

- TELEFÔNICA BRASIL avançava 0,8%, quarta alta seguida.

- GOL PN diminuía 6,2%, tendo alcançado o menor patamar intradiário desde março de 2020, a 7,90 reais a ação. A companhia aérea divulgou nesta segunda-feira estimativa de prejuízo por ação no segundo trimestre de 1,80 real, excluindo resultados com variação cambial, e projeção de margem Ebitda de 10% no período. Os números vieram acima das projeções do Citi, disseram analistas do banco em relatório. A rival AZUL PN cedia 5,9%.

- CEMIG PN ganhava 1,2% e TAESA UNIT oscilava entre leve alta e estabilidade.

- JHSF ON caía 2,1% após registrar queda nas vendas contratadas em incorporação no segundo trimestre ante o mesmo período do ano passado, enquanto as vendas em seus shoppings avançaram.

- SUZANO ON aumentava 0,6% após duas quedas seguidas.

(Por Andre Romani, edição de Alberto Alerigi Jr. e Luana Maria Benedito)

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