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Ibovespa tem queda discreta com fraqueza em NY e bateria de balanços no radar

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Bolsa de Valores
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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa tinha um declínio discreto no final da manhã desta quinta-feira, após superar os 102 mil pontos mais cedo, com investidores contrabalançando o avanço de preços de commodities com perdas em Wall Street, enquanto analisam uma bateria de resultados corporativos no Brasil.

Às 11:15, o Ibovespa caía 0,05%, a 101.382,37 pontos. Na máxima, mais cedo, subiu 0,8%, a 102.214,84 pontos. O volume financeiro somava 5 bilhões de reais.

Em Wall Street, o S&P 500 cedia 0,5%, após nova retração do PIB dos EUA no segundo trimestre, bem como perspectivas preocupantes da Meta Platforms, dona do Facebook, e da designer de chips Qualcomm. O Nasdaq Composite caía 0,85%.

Na visão do superintendente da Necton/BTG Pactual, Marco Tulli, Nova York deve ditar o tom no mercado brasileiro, embora eventos domésticos, incluindo o noticiário envolvendo pesos pesados do Ibovespa - Vale e Petrobras -, possam dar algum suporte adicional ao pregão local.

DESTAQUES

- VALE ON subia 0,2%, a 70,66 reais, antes da divulgação do balanço do segundo trimestre após o fechamento do mercado, em dia de alta do minério de ferro na China. A companhia e também acertou em conjunto com sócios a venda de suas participações na Companhia Siderúrgica do Pecém à ArcelorMittal.

- PETROBRAS PN avançava 0,7%, a 31,57 reais, em meio a expectativas para o resultado do segundo trimestre no final do dia, mas também decisão da estatal relacionada a dividendos. No exterior, os preços do petróleo tinham uma sessão positiva, com o Brent subindo 0,8%, a 107,44 dólares o barril.

- AMBEV ON perdia 1%, a 14,82 reais, mesmo após resultado acima do esperado no segundo trimestre, com lucro líquido de 3,06 bilhões de reais, com recorde nas vendas de volumes para o período. A margem Ebitda ajustada recuou na base ano a ano, mas apresentou alguma melhora em relação aos primeiros três meses do ano.

- ASSAÍ ON tinha queda de 1,3%, a 16,15 reais, apesar do crescimento de 21% no lucro do segundo trimestre, com aumento de margens. No setor, GPA ON cedia 2,3% diante de prejuízo de 172 milhões de reais no segundo trimestre, ante lucro líquido de 3 milhões um ano antes.

- GOL PN desabava 5,4%, devolvendo parte da alta da véspera, após reportar prejuízo líquido de 2,85 bilhões de reais no segundo trimestre, revertendo lucro registrado um ano antes. A receita operacional líquida, porém, saltou 215,3%. A companhia também divulgou novas projeções para 2022.

- SANTANDER BRASIL UNIT caía 0,1%, a 27,80 reais, mesmo após lucro líquido de 4,08 bilhões de reais no segundo trimestre, acima do esperado embora as provisões para perdas com empréstimos tenham subido acentuadamente. No setor, ITAÚ UNIBANCO PN recuava 0,3% e BRADESCO PN perdia 0,4%.

- SUZANO ON cedia 0,45%, a 46,64, após a maior produtora de celulose de eucalipto do mundo reportar lucro de 182 milhões de reais no segundo trimestre, forte queda ante o resultado positivo de 10,3 bilhões obtido no mesmo período de 2021. O resultado operacional, porém, avançou 23% e a empresa anunciou novo programa de recompra de ações.

- QUALICORP ON avançava 1,6%, a 9,69 reais, no segundo dia de recuperação, após atingir mínima de fechamento desde outubro de 2018 na última terça-feira. No mês, porém, ainda acumula queda de cerca de 13%. Analistas veem um ambiente ainda desafiador para a companhia.

- DEXCO ON caía 1,8%, a 9,66 reais, uma vez que a produtora de louças sanitárias e painéis de madeira teve queda no lucro líquido recorrente do segundo trimestre, para 202,9 milhões de reais, conforme maiores despesas operacionais e financeiras ofuscaram o aumento de receitas.

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