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Ibovespa sofre duro tombo ao fim de uma semana conturbada

Lucas Hirata
·2 minutos de leitura

No fim de uma semana com noticiário local bastante conturbado, o Ibovespa sofreu mais uma dura queda em um claro reflexo da preocupação dos investidores com as animosidades em Brasília e queda das bolsas em Wall Street. O movimento contou ainda com forte desvalorização nas ações da Petrobras, diante da baixa do petróleo. Após ajustes, o Ibovespa fechou em queda de 1,53%, aos 94.016 pontos, depois de tocar 93.897 pontos na mínima do dia. O volume financeiro foi de R$ 18,2 bilhões, abaixo da média diária no ano, de R$ 20,5 bilhões. Com isso, o índice acumula perda de 3,08% na semana. As ações ON e PN da Petrobras, que representam cerca de 9% da carteira do Ibovespa, caíram 3,86% e 4,18%, respectivamente. Os papéis seguem a baixa de 4,22% do Brent para dezembro, a US$ 39,27 o barril, com perspectivas mais nebulosas sobre a atividade econômica global. Vídeo: Veja o resumo de finanças do Valor Renda Cidadã detona estresse no mercado De forma geral, o clima de preocupação segue no Ibovespa e foi intensificado durante a tarde com comentários no mercado de que o ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PSDB-RN), teria dito que o programa Renda Cidadã sairia “da melhor ou da pior forma”. Chamou atenção, também, rumor de que Marinho teceu críticas contra seu colega de esplanada, o ministro Paulo Guedes. Marinho, entre outras coisas, teria dito que foi o próprio Guedes que teve a ideia de usar recursos de precatórios para financiar o Renda Cidadã e que, agora, não tem uma proposta. “A questão do impasse é algo que já sabíamos, mas a parte negativa foram as críticas contra Guedes. Mostra esse atrito dentro do próprio governo”, afirma uma fonte que participou do evento. Em nota oficial, o Ministério do Desenvolvimento Regional disse que “não foram feitas desqualificações ou adjetivações de qualquer natureza contra agentes públicos, nem tampouco às propostas já apresentadas”. Além disso, pontuou que ”a reunião teve o intuito de reforçar o compromisso do governo com a austeridade nos gastos e a política fiscal”. Ainda assim, a piora do ambiente de negócios no Brasil se aprofundou mesmo depois do fim da sessão regular nos mercados. O contrato futuro de Ibovespa caiu às mínimas do dia, fechando em queda de 2,08%, aos 93.280 pontos. Já as taxas dos contratos futuros de juros (DI) trabalham com um prêmio de risco ainda maior do que o observado no fechamento. A taxa do DI para janeiro de 2025 subiu a 6,82% ante 6,73% no fim da sessão regular. Silvia Zamboni/Valor