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Ibovespa sobe com bancos, mas indefinição nos EUA reduz fôlego

Por Paula Arend Laier
·2 minuto de leitura

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa buscava se sustentar no azul nesta quinta-feira, voltando a orbitar os 101 mil pontos, com bancos mais uma vez entre os principais suportes, enquanto agentes financeiros seguem atentos às negociações sobre mais estímulos nos EUA.

Às 11:28, o Ibovespa subia 0,22 %, a 100.776,55 pontos. O volume financeiro era de 5,9 bilhões de reais.

Em Nova York, o S&P 500 não adotava uma direção firme, com as discussões sobre novo pacote econômico de alívio aos efeitos da pandemia de Covid-19 ainda em curso.

A presidente da Câmara dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse nesta quinta-feira que os negociadores estavam fazendo progresso nas conversas e que a legislação poderia ser elaborada "em breve".

Na visão da equipe da XP Investimentos, as indefinições sobre o novo pacote de estímulos nos EUA mantêm os mercados de lado, conforme nota a clientes.

DESTAQUES

- BRADESCO PN subia 1,75% e ITAÚ UNIBANCO PN avançava 1,63%, em meio a otimismo para os resultados do setor no terceiro trimestre, que começam na próxima semana, bem como percepções de que os preços estão atrativos.

- WEG ON avançava 3,89%, entre as maiores altas após ajuste na véspera, tendo de pano de fundo resultado robusto no terceiro trimestre.

- PETROBRAS PN tinha elevação de 1,34%, beneficiada pela recuperação dos preços do petróleo no exterior, onde o Brent subia %. PETROBRAS ON avançava 1,44%.

- QUALICORP ON recuava 2,91%, após a sua sede e outros locais serem alvo busca e apreensão de documentos pela Polícia Federal no âmbito da Operação Triuno, que entre outros pontos investiga sonegação tributária e evasão de divisas.

- VALE ON cedia 03%, mesmo diante da alta dos preços futuros do minério de ferro na China, com o setor de mineração e siderurgia mostrando desempenho misto. CSN ON tinha elevação de 0,67%.