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Ibovespa segue exterior e recua com temor sobre crescimento; Equatorial sobe

Bolsa de Valores B3

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava nesta sexta-feira, acompanhando o clima dos mercados acionários no exterior, onde prevaleciam as preocupações com o crescimento da atividade econômica global, enquanto Equatorial disparava após comprar a Celg-D da Enel.

Às 11:47, o Ibovespa caía 2,59 % a 111.120,67 pontos, reduzindo parte da alta da semana, que até a véspera superava 4%. Agora, acumula um ganho de 1,68%. O volume financeiro somava 9,3 bilhões de reais.

"Mercados estendem tendência de baixa após decisões mais duras das principais autoridades monetárias do mundo", de acordo com análise da Guide Investimentos, chamando a atenção particularmente para o movimento do Federal Reserve, nos Estados Unidos.

Os bancos centrais "têm elevado o tom no combate à inflação e o custo para isso é de bolsas em queda e uma atividade econômica mais fraca", afirmaram em nota a clientes.

Em Wall Street, o S&P 500 recuava 1,74%, ameaçando fechar numa mínima desde meados de junho, com agentes preocupados com o tamanho da desaceleração econômica diante do aperto monetário agressivo do Fed para conter a inflação.

Números mostraram nesta sexta-feira que a atividade empresarial nos EUA contraiu pelo terceiro mês seguido em setembro, embora em menor ritmo, enquanto, na Europa, dados apontaram provável recessão na zona do euro.

No Brasil, após a recepção positiva à decisão do Banco Central de interromper o ciclo de alta da Selic, as atenções devem se voltar cada vez mais para as eleições, a pouco mais de uma semana do primeiro turno de votação.

O Bradesco BBI calcula uma chance de 70% de uma política fiscal sólida após a eleição presidencial no Brasil, que avalia como benigna para as ações no país. E reiterou sua projeção de 130 mil pontos.

DESTAQUES

- EQUATORIAL ENERGIA ON disparava 7,55%, a 26,92 reais, após fechar a compra da distribuidora de Goiás Celg-D, da Enel, pagando 1,58 bilhão de reais e assumindo dívida de 5,7 bilhões de reais.

- PETROBRAS PN perdia 5,76%, a 30,1 reais, pressionada pelo forte recuo dos preços do petróleo no exterior, com o Brent cedendo 5,27%. No setor, PRIO ON caía 5,92% e 3R PETROLEUM ON recuava 5,26%.

- VALE ON caía 2,49%, a 68,28 reais, sucumbindo à aversão a risco nos mercados, apesar da alta dos futuros do minério de ferro na China, onde o contrato mais negociado na Dalian Commodity Exchange avançou 1,3%.

- ITAÚ UNIBANCO PN cedia 2,74%, a 28,08 reais, e BRADESCO PN recuava 3,37%, a 19,81 reais, também afetados pelo movimento vendedor, após uma semana positiva na bolsa paulista. Até a véspera, Itaú acumulava elevação de 8,2% e Bradesco avançava 7,7% na semana.

- ZAMP ON, que não está no Ibovespa, tinha declínio de 6,32%, a 6,82 reais, após o Mubadala cancelar a oferta pública de aquisição de ações (OPA) que lhe daria o controle da operadora brasileira de fast-food. Na véspera, as ações já tinham fechado em baixa de 9,2%.

(Edição de André Romani)