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Ibovespa ronda estabilidade após dados de emprego nos EUA

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa brasileira gravitava em torno da estabilidade nesta sexta-feira, com investidores fazendo uma pausa nas compras de ações após sucessivas máximas, enquanto se aprofundam sobre dados de emprego dos Estados Unidos e suas possíveis consequências para a política monetária.

Alternando alta de baixa desde a abertura do pregão, o Ibovespa mostrava baixa de 0,24%, aos 129.284,25 pontos às 12h. O giro financeiro da sessão somava 11,16 bilhões de reais.

O Departamento do Trabalho dos EUA divulgou que o país criou 559 mil vagas de trabalho fora do setor agrícola em maio, ante previsão de economistas de 650 mil. Mas a taxa de desemprego caiu de 6,1% para 5,8% entre abril e maio.

Os índices de Wall Street subiam de forma robusta após a divulgação dos dados, com a percepção majoritária de que o Federal Reserve manterá a política monetária frouxa.

"O número apresenta viés negativo para as expectativas mais fortes em relação à recuperação americana", afirmou Felipe Sichel, estrategista-chefe do modalmais, prevendo que, sem intensificação do choque inflacionário, o Fed deve manter uma postura cautelosa, começando a discutir o tapering em julho.

Por aqui, movimentos pontuais de realização de lucros, após seis altas seguidas e novas máximas históricas do Ibovespa, marcavam a sessão. Mas os investidores tampouco se dispunham a vendas mais fortes, após várias casas de análise terem elevado previsões de alta para 2021, na esteira do PIB brasileiro do primeiro trimestre, que veio acima das expectativas.

DESTAQUES

- BRF cedia 4,8%. A Marfrig, que caía 2,2%, informou na véspera que elevou sua fatia na BRF para cerca de 31,66% do capital. Desde meados de maio até quarta, o papel da BRF acumulou alta superior a 40%.

- COPEL retrocedia 2%, após ter também subido quase 13% nas últimas 3 semanas, na esteira de resultados do primeiro trimestre e do processo de venda de ações da companhia detidas pelo BNDES.

- CSN recuava 2,6%. O governo de Minas Gerais informou ter obtido na véspera liminar obrigando a companhia a adotar medidas de segurança para evitar o rompimento da Barragem da Mina de Fernandinho, na cidade de Rio Acima.

- VALE perdia 1,7%, com o setor de metais também numa sessão negativa. Por outro lado, PETROBRAS crescia 0,7%, acompanhando a alta global dos preços do petróleo.

- EMBRAER recuava 2,5% e era outra corrigindo parte da escalada de quase 17% desde o início de maio.

- SANTANDER UNIT, na mão contrária, subia 2,7%, liderando o bom desempenho dos grandes bancos brasileiros. ITAÚ UNIBANCO ganhava 1,14%, BRADESCO tinha recuo 0,5% e BANCO DO BRASIL evoluía 0,8%.