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Ibovespa recua com exterior negativo antes de ata do Fed; Eletrobras sobe

·2 minuto de leitura
Bolsa de valores de São Paulo

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuava nesta quarta-feira, pressionado pela queda Vale e Petrobras em meio ao declínio de preços de commodities como minério de ferro e petróleo, além de alguma cautela antes da divulgação da ata da última decisão de política monetária dos Estados Unidos.

Na contramão, papéis do setor elétrico figuravam entre os destaques positivos, incluindo as ações da Eletrobras, que renovaram máximas intradia com expectativas de privatização.

Às 11:23, o Ibovespa caía 0,8%, a 121.996,07 pontos. O volume financeiro somava 8,7 bilhões de reais.

No exterior, em meio a preocupações com o ritmo da inflação norte-americana, agentes financeiros aguardam a ata da última reunião do Federal Reserve em busca de sinais sobre os próximos passos do BC norte-americano.

A ata, segundo o economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, é o destaque na agenda do dia, mas investidores também devem acompanhar falas de autoridades do Fed para ver quando ele começará a retirar estímulo monetário.

"A ata do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto do Fed), que sai à tarde, pode mudar o movimento de todos os mercados ao redor do mundo, inclusive o Brasil", afirmou.

DESTAQUES

- VALE ON recuava 3,74%, com o contrato futuro de referência do minério de ferro na bolsa de Dalian, na China, caindo mais de 3%, refletindo alívio em receios de cortes de produção siderúrgica e de desaceleração em construções com a proximidade da estação de chuva.

- PETROBRAS PN perdia 1,4%, na esteira do declínio dos preços do petróleo no exterior, diante do aumento dos casos de coronavírus na Ásia e com temores de que a alta da inflação possa levar o Fed a elevar taxas de juros, o que limitaria o crescimento econômico.

- ELETROBRAS PNB avançava 2,96%, em meio à repercussão positiva sobre mudanças na MP de privatização da elétrica, bem como expectativa de votação do texto na Câmara dos Deputados nesta sessão. Na máxima, a ação bateu 42,83 reais, recorde intradia.

- BRF ON valorizava-se 3,4%, acelerando a recuperação em maio após queda de 17,6% em abril. De pano de fundo, os preços do milho em Chicago recuavam, assim como a soja caiu a uma mínima em quase 2 semanas. No mercado doméstico, porém, o milho tem subido.

- BRADESCO PN cedia 0,75% e ITAÚ UNIBANCO PN perdia 0,35%, em sessão sem sinal único entre os bancos do Ibovespa, com BANCO DO BRASIL ON em alta de 0,4%.