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Ibovespa recua após cinco altas, mas avança na semana antes de Fed

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou com um declínio discreto nesta sexta-feira, após cinco altas seguidas, em meio a movimentos de realização de lucros endossados pelo desempenho negativo das bolsas norte-americanas, enquanto Vale e Petrobras atenuaram a perda.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,11%, a 98.924,82 pontos. O volume financeiro somou 18,2 bilhões de reais.

Em Wall Street, os principais índices fecharam no negativo, com as empresas de mídias sociais e de tecnologia sofrendo após os balanços de Snap e Twitter, mais do que anulando o impulso vindo da emissora de cartões American Express.

Apesar da queda no dia, o Ibovespa valorizou-se 2,46% na semana, uma vez que nos últimos dias arrefeceram os temores de que o banco central dos Estados Unidos poderia acelerar o ritmo de alta da taxa de juros norte-americana neste mês.

A validação dessa perspectiva ocorrerá na próxima quarta-feira, quando o Federal Reserve anuncia decisão de política monetária. No mercado, prevalece a aposta de que ele irá manter o ciclo de alta com um aumento de 0,75 ponto percentual.

Além da decisão em si, economistas do Bradesco escreveram a clientes que os mercados devem acompanhar de perto também a entrevista coletiva do chair do banco central norte-americano, Jerome Powell, na sequência do anúncio da nova taxa.

No Brasil, o foco também estará na temporada de balanços corporativos, que ganha fôlego na próxima semana com os números de Petrobras, Suzano, Ambev, Vale, entre muitos outros.

"Esperamos resultados desiguais no segundo trimestre, com alguns setores apresentando aumentos significativos de Ebitda e lucro líquido, enquanto outros devem relatar quedas em ambas as métricas", disse a estrategista Aline Cardoso, do Santander.

"No entanto, o fio condutor, para o trimestre deve ser uma compressão nas margens, a nosso ver, uma vez que as empresas estão tendo dificuldade em repassar maiores custos para preços", afirmou em relatório sobre a safra de resultados.

DESTAQUES

- IRB BRASIL RE ON caiu 8,26%, a 2 reais, após reportar prejuízo líquido de 273,1 milhões de reais em maio, reforçando a expectativa no mercado de que a resseguradora fará um novo aumento de capital. "Acreditamos que um aumento de capital é iminente, embora ainda não saibamos a que preço", disse o BTG Pactual.

- VALE ON avançou 0,93%, a 69,21 reais, conforme os contratos futuros de minério de ferro subiram na Ásia, com a queda dos estoques de aço na China estimulando as esperanças de que a demanda seja impulsionada pela necessidade de reabastecimento.

- PETROBRAS PN fechou com acréscimo de 1,07%, a 29,33 reais, tendo no radar dados mostrando queda na produção de petróleo no segundo trimestre, em meio a desinvestimentos de ativos e paralisações de trabalho que afetaram a operação da empresa. No mercado de petróleo, o barril do Brent fechou em baixa 0,6%, a 103,20 dólares.

- MAGAZINE LUIZA ON cedeu 4,98%, a 2,86 reais, em dia de correção após uma semana positiva, que o papel ainda terminou com um ganho acumulado de 2,9%. AMERICANAS ON e VIA ON recuaram 5,91%, a 15,93 reais, e 4,56%, a 2,51 reais, no dia, respectivamente. Na semana, Americanas perdeu 2,4% e Via subiu 4,6%.

- BRF ON subiu 4,62%, a 16,07 reais, após a companhia de alimentos obter a reabilitação de fábrica em Kizad, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para exportação de frango à Arábia Saudita. No setor, MINERVA ON perdeu 4,13%, enquanto MARFRIG ON fechou em baixa 2,12% e JBS ON caiu 0,45%.

- SUZANO ON fechou com elevação de 2,78%, a 46,91 reais, em sessão mais positiva para ações atreladas a commodities. No segmento, KLABIN UNIT subiu 2,38%, a 18,90 reais, recuperando parte das perdas da véspera, quando foi pressionada pela reação ao anúncio de que construirá uma nova fábrica.

- ITAÚ UNIBANCO PN recuou 1,06%, a 23,26 reais, e BRADESCO PN cedeu 1,27%, a 17,05 reais.

(Edição de André Romani)

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