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Ibovespa reage e retorna aos 112 mil pontos após Fed e alívio com China

·3 minuto de leitura
Sede B3

Por Aluisio Alves

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice de ações brasileiras teve alta robusta nesta quarta-feira, refletindo alívio de investidores com medidas do governo chinês para evitar pânico no setor imobiliário e após a autoridade monetária dos Estados Unidos indicar gradual redução de estímulos à economia, em linha com o esperado.

Impulsionado sobretudo pelos setores de metais e financeiro, o Ibovespa subiu 1,84%, aos 112.282,28 pontos. O volume de negócios da sessão totalizou 36 bilhões de reais.

O índice subiu desde a abertura, após a incorporadora chinesa Evergrande fechar acordo com credores para evitar um calote, enquanto o governo da China agiu dando liquidez ao mercado e preparando um plano para estatizar o negócio.

Isso elevou os preços das commodities metálicas, aliviando ações de empresas brasileiras ligadas a metais, como Vale, além das siderúrgicas Usiminas e CSN.

Os ganhos do Ibovespa foram consolidados à tarde após o Federal Reserve manter o juro básico dos EUA entre zero e 0,25% ao ano, indicando que uma alta da taxa deve começar em 2022. A autoridade também sinalizou que deve reduzir suas compras mensais de títulos "em breve". Os principais índices de Wall Street reagiram com alta.

Segundo profissionais do mercado, a espera pelo anúncio do novo juro básico no Brasil, que o Banco Central deve anunciar após o fechamento do mercado - uma alta de 1 ponto percentual, para 6,25% ao ano, segundo o consenso do mercado - pode ajudar a dar direção ao índice na quinta-feira.

Segundo Alvaro Bandeira, economista-chefe do banco digital Modalmais, se o índice se sustentar acima de 111 mil pontos, pode abrir espaço para retornar para a faixa de 115 mil.

DESTAQUES

- VALE disparou 3,55%, com as cotações do minério de ferro reagindo diante do alívio com o caso Evergrande e seus possíveis desdobramentos para o setor imobiliário chinês e, claro, das exportações da companhia para aquele mercado. Assim, o corte do preço alvo do ADR da companhia pelo Bank of America e pela Jefferies ficou em segundo plano.

- Pelo mesmo caminho foram as siderúrgicas, com USIMINAS avançando 8,7%, GERDAU acelerando 5,84%, e CSN fechando com ganho de 1,95%.

- AZUL teve acréscimo de 8,19%, liderando os ganhos do setor aéreo, em meio a repetidos sinais de recuperação do segmento, além de planos de expansão para mobilidade urbana nos próximos anos. GOL cresceu 5,77% e EMBRAER foi elevada em 5,39%.

- CIELO puxou a fila do setor financeiro, subindo 7,79%, seguida por B3, com avanço de 5,17%. ITAÚ UNIBANCO teve incremento de 2,32% e BRADESCO foi valorizado em 1,48%.

- PETROBRAS teve apreciação de 2,54%, por sua vez refletindo o aumento da cotação do barril do petróleo. PETRORIO ganhou 7,48%.

- HAPVIDA foi na contramão, caindo 3,89%, após senadores que compõem a CPI da Covid terem ameaçado chamar executivos da companhia para depor. O setor de saúde foi junto ladeira abaixo, com NOTRE DAME INTERMÉDICA em baixa de 3,88%, enquanto QUALICORP caiu 1,6% e REDE D'OR recuou 0,69%.

- VIA caiu 2,39%, devolvendo parte da escalada na véspera quando anunciou que atingiu mais de 100 mil vendedores terceiros em sua plataforma em agosto. Mas boa parte do setor ligado a consumo doméstico também teve um dia negativo, com MAGAZINE LUIZA em baixa de 0,31% e AMERICANAS fechando em queda de 0,95%.

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