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Ibovespa perde fôlego seguindo viés negativo em Wall St; Petrobras sobe

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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa abandonava o tom mais positivo da abertura, conforme Petrobras reduziu o fôlego e Vale passou a trabalhar no território negativo, com o declínio nos pregões norte-americanos também minando a bolsa paulista.

Às 11:27, o Ibovespa caía 0,22%, a 100.045,83 pontos. O volume financeiro somava 4,9 bilhões de reais.

Mais cedo, na máxima, o Ibovespa chegou a 100.753,40 pontos (+0,48%), com Dennis Esteves, especialista em renda variável da Blue3, atribuindo o movimento ao comportamento de commodities, particularmente o minério de ferro e o petróleo.

Em Wall Street, porém, o S&P 500 tinha queda de 0,75%, com a temporada de balanços no radar antes do desfecho da reunião de política monetária do banco central dos Estados Unidos na quarta-feira.

De acordo com Esteves, as bolsas norte-americanas trabalham em terreno negativo pressionadas pelo corte de projeções dos lucros do Walmart, além da expectativa para a reunião do Federal Reserve para definição de nova taxa de juros.

A pauta brasileira também mostrou nesta terça-feira que o IPCA-15 desacelerou com força em julho, mostrando alta de apenas 0,13%, menor variação em dois, o que fez a taxa em 12 meses voltar a ficar abaixo de 12%.

DESTAQUES

- PETROBRAS PN avançava 1,6%, a 31,15 reais, na esteira de nova alta dos preços do petróleo, com o Brent , referência da companhia, subindo 1%, a 106,28 dólares. Também no radar estavam notícias sobre eventual antecipação de dividendos pela Petrobras a pedido do governo. A estatal divulgará na quinta-feira os resultados financeiros referentes ao segundo trimestre deste ano, ocasião em que o conselho de administração também poderá deliberar sobre eventuais pagamentos de dividendos.

- VALE ON caía 0,9%, a 69,86 reais, revertendo a alta da abertura, quando subiu mais de 1%, após os preços do minério de ferro alcançaram máximas de duas semanas nesta terça-feira. O avanço da matéria-prima teve suporte na esperança de que a melhora das margens de siderúrgicas chinesas e o apoio de Pequim ao setor imobiliário doméstico em dificuldades elevariam a demanda pelo insumo.

- JBS ON subia 3,1%, a 32,61 reais, capitaneando as altas do setor de proteínas no Ibovespa, com BRF ON em alta de 0,7% e MARFRIG ON avançando 2%. Na contramão, MINERVA ON caía 0,3%.

- VIA ON perdia 5,2%, a 2,39 reais, em sessão de baixa para varejistas, tendo de pano de fundo corte na projeção de lucro pelo gigante norte-americano Walmart, à medida que o aumento dos preços de alimentos e combustíveis levou os consumidores a reduzir compras discricionárias. MAGAZINE LUIZA ON recuava 3,2% e AMERICANAS ON caía 3,6%.

- YDUQS ON recuava 5%, a 12,86 reais, e COGNA ON caía 3,15%, a 2,15 reais, em meio a perspectivas de que as empresas de educação tenham apurado resultados fracos no segundo trimestre. Ambas divulgam seus números em meados de agosto - Cogna dia 11 e Yduqs dia 15.

- BANCO PAN PN caía 5,15%, a 6,45 reais, pior desempenho entre os bancos do Ibovespa. Analistas do Citi cortaram a recomendação do papel para 'neutra' e reduziram o preço-alvo de 17 a 7,60 reais, citando a grande exposição do banco ao varejo em um momento de deterioração da qualidade do crédito no segmento. No mesmo relatório, eles também cortaram a recomendação de BTG Pactual para 'neutra', citando que as boas perspectivas para o papel já estão no preço. BTG PACTUAL UNIT cedia 3,4%, a 21,85 reais.

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