Mercado fechará em 5 h 44 min
  • BOVESPA

    121.749,49
    +1.043,59 (+0,86%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.245,36
    +416,05 (+0,85%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,11
    +1,29 (+2,02%)
     
  • OURO

    1.837,20
    +13,20 (+0,72%)
     
  • BTC-USD

    50.708,87
    -90,31 (-0,18%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.412,15
    +53,59 (+3,94%)
     
  • S&P500

    4.155,44
    +42,94 (+1,04%)
     
  • DOW JONES

    34.285,31
    +263,86 (+0,78%)
     
  • FTSE

    7.030,67
    +67,34 (+0,97%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.253,50
    +153,25 (+1,17%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3888
    -0,0237 (-0,37%)
     

Ibovespa oscila pouco na abertura com exterior favorável e Santander Brasil sob holofote

·1 minuto de leitura
.

SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista começa a terça-feira com viés positivo, acompanhando a melhora externa, onde os futuros acionários nos Estados Unidos e petróleo ensaiam uma recuperação, com a temporada de resultados no país destacando Santander Brasil.

Às 10:08, o Ibovespa subia 0,03%, a 101.045,02 pontos.

O Santander Brasil superou as estimativas para o lucro líquido do terceiro trimestre, que cresceu para 3,9 bilhões de reais, ajudado por ganhos de tesouraria e perdas com empréstimos menores do que o esperado.

As units do banco subiram consecutivamente nas últimas seis sessões, acumulando no período valorização de 13,7%. Na véspera, fecharam a 34,92 reais. No leilão de abertura, os papéis sinalizavam alta de mais de 1%.

Nos Estados Unidos, os futuros subiam depois do pior dia em um mês do S&P 500, conforme os investidores avaliavam uma série de resultados corporativos ao mesmo tempo em que se preparam para volatilidade antes da eleição presidencial.

O contrato de petróleo Brent avançava, conforme algumas empresas paralisavam suas produções no Golfo do México por causa de um furacão, embora o aumento de casos de Covid-19 e a maior produção da Líbia atenuassem os ganhos.

(Por Paula Arend Laier)