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Ibovespa ganha força com declarações de Bittar e Maia sobre teto de gastos

Marcelle Gutierrez
·3 minutos de leitura

Quadro fiscal brasileiro e a situação da saúde do presidente americano merecem atenção dos investidores O início da semana é de recuperação para o Ibovespa, em linha com o viés positivo vindo do exterior e sinalizações do governo brasileiro de compromisso com o controle fiscal e apoio ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Entre as maiores altas, destaque para ações de empresas ligadas às commodities, enquanto Cogna ON recua quase 3%. Após encerrar a sexta-feira nos 94 mil pontos - baixa de 1,53% -, o Ibovespa tem sessão de ganhos e avança 1,78%, aos 95.686 pontos, às 14h. O volume financeiro totalizava R$ 7,4 bilhões, com projeção de atingir R$ 17,8 bilhões até o fim do dia. Se seguir nesse ritmo até o fechamento, o volume ficará abaixo da média diária de 2020, de R$ 20,6 bilhões. O início deste pregão já foi em alta, mas mais moderada do que a vista neste momento. Da mínima à máxima, o índice foi dos 93.984 pontos (-0,03%) aos 95.413 pontos (1,49%). O movimento vinha em linha com o exterior, onde, em Nova York, o Dow Jones avança 1,29%, o S&P 500 tem alta de 1,33% e o Nasdaq sobe 1,66%. De Brasília, contudo, vieram sinalizações que deram força ao Ibovespa. Márcio Bittar, senador relator do Orçamento e do Pacto Federativo, disse agora pouco que qualquer solução para o Renda Cidadã será dentro do teto e que tudo precisa passar pelo crivo do ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, a proposta pode ser apresentada na quarta de manhã. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também disse ser contra qualquer flexibilização ou quebra do teto de gastos. O rumo das contas públicas e a força de Guedes no governo têm sido colocadas em xeque desde a semana passada, o que acendeu o alerta do mercado. Hoje, inclusive, uma reunião chamou a atenção, já que não teve a participação do ministro. O presidente Jair Bolsonaro se reuniu somente com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o senador Márcio Bittar, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. As declarações de Bittar, há pouco, entretanto, acalmaram o mercado. Entre os indicadores econômicos, profissionais do mercado chamam atenção também para o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços do Brasil, que subiu para 50,4 em setembro, a primeira alta desde o início da pandemia. Entre os maiores avanços, destaque para as siderúrgicas com perspectivas positivas para o setor com aumento de preços e oferta reduzida. Gerdau Metalúrgica ON sobe 5,19%, Gerdau PN (4,90%), CSN ON (4,59%) e Usiminas PNA (2,99%). Segundo o analista Henrique Esteter, da Guide Investimentos, mesmo com uma queda de 1% do dólar hoje, exportadoras sobem bem, mostrando que o cenário é muito favorável para elas. “Essas empresas estão em um cenário positivo, com perspectiva de resultado forte. Além disso, em um ambiente de incertezas os investidores preferem ficar mais posicionados em exportadoras”, afirma. As petroleiras também têm forte alta com a valorização de mais de 6% dos contratos futuros do petróleo. Petrobras ON sobe 3,39%, Petrobras PN (3,68%) e PetroRio ON (3,56%). Ja na ponta negativa do Ibovespa, Cogna ON cai 2,96% após o J.P.Morgan rebaixar a recomendação de neutra para venda e o preço-alvo de R$ 6,00 para R$ 5,00. Andre Penner/AP